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	<title>Agro &#8211; Radio Caraíba FM </title>
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	<title>Agro &#8211; Radio Caraíba FM </title>
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	<item>
		<title>Anvisa proíbe três marcas de &#8216;café fake&#8217; após detectar toxina em produtos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 14:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
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					<description><![CDATA[Café fake apreendido — Foto: Reprodução A Agência Nacional de Vigilância Nacional (Anvisa) proibiu a fabricação e venda de três marcas de &#8220;pó para preparo de bebida sabor café&#8221;, apelidados de &#8220;café fake&#8221;, após inspeções constatarem a presença da toxina ocratoxina A, substância imprópria para o consumo humano. As marcas são:&#160;Melissa,&#160;Pingo Preto&#160;e&#160;Oficial. Elas&#160;já haviam sido desclassificadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA)&#160;em 25&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="617" height="348" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/06/Cafe-Proibido.jpeg" alt="" class="wp-image-2041" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/06/Cafe-Proibido.jpeg 617w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/06/Cafe-Proibido-300x169.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/06/Cafe-Proibido-370x209.jpeg 370w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/06/Cafe-Proibido-270x152.jpeg 270w" sizes="(max-width: 617px) 100vw, 617px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Café fake apreendido — Foto: Reprodução</em></p>



<p>A Agência Nacional de Vigilância Nacional (Anvisa) proibiu a fabricação e venda de três marcas de &#8220;pó para preparo de bebida sabor café&#8221;, apelidados de &#8220;café fake&#8221;, após inspeções constatarem a presença da toxina ocratoxina A, substância imprópria para o consumo humano.</p>



<p>As marcas são:&nbsp;<strong>Melissa</strong>,&nbsp;<strong>Pingo Preto</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Oficial</strong>. Elas&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2025/05/23/governo-divulga-nova-lista-de-marcas-e-lotes-de-cafe-torrado-improprios-para-consumo.ghtml">já haviam sido desclassificadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA)&nbsp;</a>em 25 de março por serem impróprias para consumo.</p>



<p>O<a class="" href="https://g1.globo.com/"><strong>&nbsp;g1</strong></a>&nbsp;procurou as marcas e aguarda posicionamento.</p>



<p>Os produtos apresentaram irregularidades na rotulagem — informavam conter “polpa de café” e “café torrado e moído”, mas utilizavam ingredientes de qualidade inferior, como grãos crus ou até resíduos.</p>



<p>Análises laboratoriais do&nbsp;<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ministerio-da-agricultura/">Ministério da Agricultura</a>&nbsp;detectaram ainda a presença de matérias estranhas e impurezas acima do limite permitido, que é de 1%, segundo a legislação:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>matérias estranhas</strong> são pedras, areia, grãos ou sementes de outras espécies vegetais, como de erva daninhas;</li>



<li>e <strong>impurezas </strong>são galhos, folhas e cascas.</li>
</ul>



<p>Em abril, o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov) do Ministério, Hugo Caruso, havia dito que os produtos eram feitos de <strong>&#8220;lixo da lavoura&#8221;</strong>.</p>



<p>A resolução da Anvisa desta segunda-feira (2) determina a proibição, comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso dos produtos.<strong>&nbsp;Todos os lotes devem ser recolhidos.</strong></p>



<p></p>



<p><em><strong>Por Matheus Moreira, g1 — São Paulo</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Saiba a diferença entre azeite de oliva e outros óleos mais baratos feitos com azeitonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 14:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O azeite de oliva é obtido exclusivamente do fruto da oliveira — a azeitona. — Foto: Crédito: IStock O preço do azeite disparou nos últimos anos. Isso ocorre devido à alta global dos preços, que também afeta o mercado brasileiro, já que a maior parte do produto é importada. Nesse cenário, muitos consumidores têm buscado alternativas ao azeite, como o&#160;óleo de oliva&#160;e&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="645" height="417" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Azeite.jpeg" alt="" class="wp-image-1334" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Azeite.jpeg 645w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Azeite-300x194.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Azeite-370x239.jpeg 370w" sizes="(max-width: 645px) 100vw, 645px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>O azeite de oliva é obtido exclusivamente do fruto da oliveira — a azeitona. — Foto: Crédito: IStock</em></p>



<p>O preço do azeite disparou nos últimos anos. Isso ocorre devido à alta global dos preços, que também afeta o mercado brasileiro, já que a maior parte do produto é importada.</p>



<p>Nesse cenário, muitos consumidores têm buscado alternativas ao azeite, como o&nbsp;óleo de oliva&nbsp;e o&nbsp;composto de soja com azeite de oliva. Assim como o azeite, eles levam o óleo extraído das azeitonas e são usados para cozinhar e temperar alimentos. Mas qual a diferença entre eles?</p>



<p>Além do preço, que muda consideravelmente entre eles, esses produtos são feitos de formas diferentes e variam em sabor e qualidade nutricional.&nbsp;<strong>Confira os seus principais componentes.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Azeite de oliva:</strong> obtido exclusivamente do fruto da oliveira — a azeitona.</li>



<li><strong>Óleo do bagaço de oliva: </strong>vem da sobra das azeitonas usadas para fazer azeite. Não deve ter nenhum outro óleo na composição.</li>



<li><strong>Composto de soja com azeite de oliva:</strong> é o produto da mistura dos dois óleos mencionados em seu nome.</li>
</ul>



<p><strong>Saiba mais características de cada um dos itens:</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Azeite de oliva</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/Fxj5IKYcns6moRfM3CLbtUNKkgU=/0x0:1400x788/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/8/q/C7sHctTY2QLwmU6Fh7NQ/shutterstock-1923272036-destaque.png" alt="Azeite de oliva é ideal para pratos frios e também para ser consumido cru, em pães e pastas, mas também pode ser aquecido. — Foto: Shutter" style="width:751px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Azeite de oliva é ideal para pratos frios e também para ser consumido cru, em pães e pastas, mas também pode ser aquecido. — Foto: Shutter</em></p>



<p>O azeite de oliva é o produto mais fresco extraído do fruto da oliveira, sendo conhecido por suas qualidades nutricionais e por ser uma &#8220;gordura boa&#8221;.</p>



<p><em>🚨​ Se tiver qualquer outro óleo na sua composição, independentemente da proporção, o item não pode ser chamado de azeite, segundo o Ministério da Agricultura.</em></p>



<p>Isso não significa que não existam diferentes tipos de azeite. Eles variam conforme o nível de acidez e a qualidade<strong>:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Extravirgem </strong>é o de maior qualidade, produzido a partir de azeitonas em ótimo estado, com baixa acidez;</li>



<li><strong>Virgem</strong>, de qualidade intermediária. É produzido a partir da extração de frutos de qualidade, mas com algum estágio de oxidação, reduzindo o sabor;</li>



<li><strong>Tipo Único</strong> é derivado da mistura do azeite refinado (alterado quimicamente para eliminar impurezas) com o virgem e, por isso, tem qualidade inferior ao virgem e ao extravirgem;</li>



<li><strong>Lampante</strong> é de péssima qualidade e não pode ser destinado ao consumo. Pode ter sido feito a partir de azeitonas em péssimo estado.</li>
</ul>



<p><strong>E o preço?</strong></p>



<p>Os custos variam conforme o tipo de azeite.</p>



<p>O frasco de 500 ml de azeite extravirgem da marca Andorinha, por exemplo, custa cerca de R$ 50, enquanto o de tipo único da mesma marca e tamanho sai por cerca de R$ 40. As informações foram obtidas pelo <strong>g1 </strong>no site oficial da marca na terça-feira (18).</p>



<p>A reportagem não encontrou azeites virgens à venda na data para comparar os preços, o que não é por acaso, segundo o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Ministério da Agricultura, Hugo Caruso.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><strong><em>“Trata-se de estratégia de marketing. Muitas [empresas] preferem informar ao consumidor que é um tipo, mas na realidade é outro”, explica.</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Ele destaca que isso é chamado de &#8220;disparidade de tipo e é diferente de fraude&#8221;.</p>



<p>&#8220;A diferença entre virgem e extravirgem é muito tênue, somente os especialistas conseguem fazer a diferenciação&#8221;, descreve. “Por isso, implantamos no Brasil a análise sensorial, técnica capaz de diferenciar o azeite extravirgem do virgem, que tem sido feita no processo de importação do produto”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Óleo de bagaço de oliva</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/Hlp0dFex19tUNikfo3gSvlfCBuw=/0x0:677x494/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/k/O/Fm8FJsSLmJXUj8Ax42YQ/captura-de-tela-2025-03-18-165410.png" alt="O óleo de bagaço de oliva é feito da sobra das azeitonas usadas para fazer azeite. — Foto: Divulgação/Gallo" style="width:691px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>O óleo de bagaço de oliva é feito da sobra das azeitonas usadas para fazer azeite. — Foto: Divulgação/Gallo</em></p>



<p>O óleo de bagaço de oliva é produzido a partir do aproveitamento do que sobra da oliva após a produção do azeite. Depois de reunido, o material passa por um processo químico (para controlar a acidez e melhorar o sabor) ou físico (por prensagem) para se transformar em óleo.</p>



<p>Assim como o azeite de oliva, o Ministério da Agricultura determina que, para ser chamado de óleo de bagaço de oliva, o produto&nbsp;não deve ter nenhum outro óleo na sua composição, ou seja, deve ser totalmente derivado da oliva.</p>



<p>A diferença é que, enquanto o azeite é resultado da primeira extração da polpa da azeitona, o óleo de bagaço é obtido de uma&nbsp;segunda utilização desse material, que busca aproveitar as sobras da anterior, explica Caruso.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><strong><em>&#8220;Por isso, apesar de ambos serem compostos pelos mesmos ácidos graxos característicos das &#8216;gorduras boas&#8217;, o bagaço é bem menos fresco e, consequentemente, tem menos sabor do que o azeite&#8221;, destaca o especialista.</em></strong></p>
</blockquote>



<p><strong>E o preço?</strong></p>



<p>O óleo &#8220;De Olliva&#8221;, da marca Gallo, foi encontrado por&nbsp;cerca de R$ 30&nbsp;em plataformas de vendas on-line, nesta terça-feira (18).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Óleo composto de soja com azeite de oliva</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/hSGvxeGPo006kyDtk5jCLl1NNhw=/0x63:353x692/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/G/Y/HAeRMrS8Sxy4jQ1IOrzA/captura-de-tela-2025-03-19-190344.png" alt="Óleo composto de soja com azeite de oliva — Foto: Reprodução/Mercado Livre" style="width:569px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Óleo composto de soja com azeite de oliva — Foto: Reprodução/Mercado Livre</em></p>



<p>O óleo composto de soja com azeite de oliva é resultado da&nbsp;mistura dos dois óleos mencionados em seu nome.</p>



<p>Por ser amplamente produzido no Brasil, o óleo de soja (extraído do grão de soja) é&nbsp;mais barato que o azeite&nbsp;e, consequentemente, costuma estar em maior quantidade na mistura, explica Caruso.</p>



<p>Mas isso pode variar conforme o produto.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><strong><em>Uma dica para saber qual óleo predomina na mistura é observar aquele que aparece primeiro na nomenclatura do produto, porque, de acordo com a Anvisa, ele deve sempre ser o ingrediente presente em maior proporção. Por exemplo, no composto de soja com azeite de oliva, o óleo de soja predomina, já que aparece primeiro.</em></strong></p>
</blockquote>



<p>O azeite, segundo o especialista, acaba tendo a função de &#8220;temperar&#8221; o óleo de soja, que tem bem menos sabor e qualidade que ele.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><strong><em>&#8220;A única diferença do óleo composto de soja e azeite de oliva para o óleo de soja é que o primeiro tem um &#8216;gostinho de azeite&#8217; lá no fundo&#8221;, descreve o especialista do Ministério da Agricultura.</em></strong></p>
</blockquote>



<p>Por isso, mesmo que o composto de soja com azeite de oliva tenha um pouco de azeite &#8211; e, consequentemente, algumas das suas qualidades nutricionais &#8211; isso acontece em menor quantidade que o item original ou até que o óleo de oliva, segundo o especialista.</p>



<p>Assim como o óleo de oliva, a venda do óleo composto de soja com azeite de oliva é permitida no Brasil.&nbsp;O que é proibido é a venda desses produtos sob o nome de azeite ou de outras nomenclaturas que buscam confundir o consumidor.</p>



<p><strong>E o preço?</strong></p>



<p>Entre o azeite de oliva, o óleo de bagaço de oliva e o óleo composto de soja com azeite de oliva, o último costuma ser o&nbsp;mais barato.</p>



<p>O frasco de 500ml da marca Castelo foi encontrado por&nbsp;R$ 10&nbsp;nesta terça-feira (18), no site oficial da companhia.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/PJLuGC9ikhm8BqFIyIlAL-clFyc=/0x0:650x666/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/H/Y/qIiUmsQTOo78ivOQeaTA/1712-azeite.png" alt="Ministério da Agricultura dá algumas pistas para encontrar um azeite de qualidade — Foto: Arte/g1" style="width:536px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Ministério da Agricultura dá algumas pistas para encontrar um azeite de qualidade — Foto: Arte/g1</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8216;Café fake&#8217;: saiba diferenciar café e pó sabor café na prateleira, para não errar nas compras</title>
		<link>https://radiocaraibafm.com/cafe-fake-saiba-diferenciar-cafe-e-po-sabor-cafe-na-prateleira-para-nao-errar-nas-compras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 11:29:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Pó sabor café que imita o café Melitta. Foto foi divulgada pela Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), que está denunciado os casos. — Foto: Divulgação / Abic Com o café a quase R$ 50, um novo produto tem se espalhado pelos supermercados: o &#8220;pó sabor café&#8221;, que acabou ganhando o apelido de &#8220;café fake&#8221; ou &#8220;cafake&#8221;. O item, que não é o mesmo&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="979" height="1024" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Cafe-Fake-979x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-964" style="width:546px;height:auto" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Cafe-Fake-979x1024.jpeg 979w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Cafe-Fake-287x300.jpeg 287w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Cafe-Fake-768x803.jpeg 768w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Cafe-Fake-370x387.jpeg 370w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Cafe-Fake-760x795.jpeg 760w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Cafe-Fake.jpeg 1070w" sizes="(max-width: 979px) 100vw, 979px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Pó sabor café que imita o café Melitta. Foto foi divulgada pela Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), que está denunciado os casos. — Foto: Divulgação / Abic</em></p>



<p>Com o café a quase R$ 50, um novo produto tem se espalhado pelos supermercados: o &#8220;pó sabor café&#8221;, que acabou ganhando o apelido de &#8220;café fake&#8221; ou &#8220;cafake&#8221;.</p>



<p>O item, que não é o mesmo que o pó de café, pode confundir consumidores porque tenta imitar as embalagens de marcas famosas — a descrição &#8220;pó para preparo de bebida sabor café&#8221; fica em letras pequenas, na parte de baixo dos pacotes. Além disso, ele é mais barato.</p>



<p>Em janeiro, um pacote de 500 g de uma marca de pó saborizado poderia ser encontrado nos supermercados por R$ 13,99, informou a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic).</p>



<p class="has-text-align-center"><em><strong>Apesar do apelido &#8220;café fake&#8221;, o governo ainda investiga se ele pode ser considerado uma fraude, informou o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do </strong></em><strong><em>Ministério da Agricultura</em></strong><em><strong>, Hugo Caruso.</strong></em></p>



<p>O ministério apura quais seriam os ingredientes utilizados. Para ser considerado café, o produto pode ter apenas o grão. Mas nem toda embalagem do &#8220;café fake&#8221; menciona a receita ou até mesmo contém o grão, algumas apontam que ele é feito de cevada ou milho, por exemplo.</p>



<p>A legislação brasileira de alimentos tem algumas categorias que poderiam, caso o ministério assim entenda, enquadrar casos como o pó sabor café.</p>



<p>Por exemplo, a &#8220;mistura para preparo de alimentos ou bebidas&#8221;, que<strong> </strong>abrange os alimentos compostos por mistura de ingredientes que são adicionados de outros itens, como água, para o consumo, segundo a Resolução da Diretoria Colegiada RDC nº 719/2022, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Alguns exemplos de produtos inclusos nessa legislação são cappuccino e massa para bolo.</p>



<p>Existe ainda a categoria dos &#8220;preparados sólidos&#8221;, que regulamenta as chamadas bebidas saborizadas, por meio da portaria nº 123, do Ministério da Agricultura. É o caso de chás e refrescos.</p>



<p>&#8220;O problema desses produtos é que eles utilizam no rótulo elementos visuais dando a entender que se trata de café, quando, na verdade, o que tem dentro da embalagem é outro componente&#8221;, diz Mariana Ribeiro, nutricionista do programa de Alimentação Saudável e Sustentável do Instituto de Defesa de Consumidores (Idec).</p>



<p>Apesar de informar na embalagem que se trata de um &#8220;pó sabor café&#8221;, as marcas trazem fotos de uma xícara de café, acompanhada por grãos — além de imitar cores, fontes e terem nomes similares às marcas populares.</p>



<p>Segundo a nutricionista, há uma confusão parecida que envolve o iogurte e a bebida láctea.</p>



<p>&#8220;Os dois produtos são permitidos. A questão é que a composição deles é diferente, por mais que, às vezes, algumas estratégias publicitárias te façam acreditar que você está levando uma coisa, enquanto na verdade é outra&#8221;, afirma a nutricionista.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Produto pode não ter café</strong></h2>



<p>Nem todos os produtos conhecidos como &#8220;café fake&#8221; deixam claro o que foi usado na sua composição.</p>



<p>Alguns deles informam na parte de trás da embalagem que utilizam a &#8220;polpa do café&#8221;. Contudo, a Abic esclarece que a polpa, na verdade, é colada à casca do fruto, ou seja,&nbsp;não pode ser completamente separada dela. A casca, por sua vez, é considerada uma impureza.</p>



<p>A legislação brasileira permite que o produto possua até 1% de impurezas naturais do café (como galhos, folhas e cascas) e matérias estranhas (por exemplo, grãos ou sementes de outras espécies vegetais, pedras e areia).</p>



<p>A Abic também alerta que esses produtos&nbsp;não especificam o quanto de café é utilizado na receita, bem como a quantidade de impurezas presentes.</p>



<p>Há ainda os produtos que não contêm café entre os ingredientes. Eles podem ser feitos de cevada ou milho, por exemplo.</p>



<p>E em muitos casos há a&nbsp;presença de aromatizantes, o que transforma o item em um ultraprocessado, diferente do pó de café que o brasileiro costuma consumir.</p>



<p>Segundo a Anvisa, por se tratar de uma categoria que abrange uma variedade de alimentos, não há requisitos específicos de composição, e a regularização desses produtos é realizada diretamente na Vigilância Sanitária local.</p>



<p>&#8220;O que a gente vê na maioria desses casos é que o produto não é café. Ele tem uma estratégia que está levando o consumidor ao engano&#8221;, diz Mariana Ribeiro, do Idec</p>



<p><em><strong>Por Vivian Souza, g1</strong></em></p>
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		<title>Flagrante de carne podre no mercado: como saber se o alimento está impróprio para o consumo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 11:58:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Carne imprópria para consumo em Três Rios — Foto: Reprodução/TV Globo Uma empresa do Rio de Janeiro comprou e revendeu carnes estragadas. A proteína ficou submersa por vários dias durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, e que deixaram mais de 200 mortos e muitos desaparecidos. A empresa Tem Di Tudo Salvados, de Três Rios (RJ), comprou as carnes deterioradas&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="638" height="359" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/01/Carne-Impropria.jpeg" alt="" class="wp-image-702" style="width:556px;height:auto" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/01/Carne-Impropria.jpeg 638w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/01/Carne-Impropria-300x169.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/01/Carne-Impropria-370x208.jpeg 370w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/01/Carne-Impropria-270x152.jpeg 270w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center"><em>Carne imprópria para consumo em Três Rios — Foto: Reprodução/TV Globo</em></p>



<p>Uma empresa do Rio de Janeiro comprou e revendeu carnes estragadas. A proteína ficou submersa por vários dias durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024, e que deixaram mais de 200 mortos e muitos desaparecidos.</p>



<p>A empresa Tem Di Tudo Salvados, de Três Rios (RJ), comprou as carnes deterioradas sob a alegação de que seria transformada em ração animal.</p>



<p>No entanto, segundo investigações, os pacotes de carne bovina, suína e de aves foram maquiados para esconder os danos e revendidos para açougues e mercados em todo o país. A forma usada para maquiar os produtos não foram revelados pela investigação.</p>



<p>O crime está sendo investigado pela Operação Carne Fraca e quatro pessoas foram presas nesta quarta-feira (22).</p>



<p>Para não cair neste tipo de fraude, entenda como identificar se uma carne está estragada, como conservar o produto em casa e quais regras os frigoríficos devem seguir para manter a sua qualidade.</p>



<p><strong><br></strong>Como saber se a carne está estragada?</p>



<p>A forma mais simples de saber se uma carne está estragada é&nbsp;se atentar à sua coloração, se ela tiver muito escura ou esverdeada é um sinal de que não está própria para a alimentação.</p>



<p>Outro indicador é o cheiro forte, que sinaliza o processo de putrefação.</p>



<p>Se a carne tiver sido comprada congelada e o problema só for identificado em casa,&nbsp;o consumidor deve devolver o produto ao estabelecimento que o vendeu, diz Henrique Pedro Dias, diretor de Política Profissional do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa).</p>



<p>É mais&nbsp;difícil identificar se há carne estragada nos produtos embutidos.&nbsp;&#8220;Porque coloca muito ingrediente que acaba mascarando o grau avançado de deterioração, putrefação mesmo da carne&#8221;, diz o diretor.</p>



<p>Nesses casos, a única saída é verificar no rótulo se o produto é registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária e fabricado por empresas fiscalizadas pela instituição.</p>



<p>Isso é indicado por meio do selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF), usado em todos os produtos de origem animal sob responsabilidade do ministério.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><em>&#8220;O consumidor precisa desconfiar de preço barato, de pessoas que não sigam as normas tanto sanitárias, comerciais e emissão de nota fiscal&#8221;, explica Dias.</em></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como conservar a carne em casa?</h2>



<p>Para evitar que a carne de qualidade estrague em casa, é importante seguir as recomendações do rótulo do produto, recomenda Dias.</p>



<p>Caso o item seja comprado em açougue e não venha com o rótulo, a regra é manter a carne congelada. Segundo a nutricionista e doutoranda pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Neiva Souza, o correto é:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>temperatura de 0°C a &#8211; 5°C: até 10 dias</li>



<li>&#8211; 6°C a -10°C: até 20 dias</li>



<li>-11°C a -18°C: até 30 dias</li>



<li>Abaixo de -18°C: até 90 dias</li>
</ul>



<p>O freezer doméstico alcança até -20ºC, já a maioria dos congeladores acoplados à geladeira chega até -6 ºC, detalha a nutricionista da UBS Paranapanema Alice Mendes.</p>



<p>Já a&nbsp;<strong>carne cozida</strong>&nbsp;deve sofrer um resfriamento imediato, indo de 60°C a 10°C dentro do período de 2 horas. Este resfriamento rápido pode acontecer na geladeira, e, em seguida, o prato pode ir para congelamento.</p>



<p>Depois, para consumi-lo, o descongelamento pode ser feito pelo micro-ondas ou em temperatura inferior a 5°C ou em um forno de convecção. Este último permite a circulação do calor de forma uniforme, fazendo com que a comida também seja cozida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a lei diz</h2>



<p>Existem diversas leis que informam como os frigoríficos devem tratar a carcaça bovina após o abate, para garantir que ela chegue com qualidade ao consumidor. De forma geral, são especificados cuidados com temperatura e possíveis contaminações.</p>



<p><strong>🌡️Temperatura</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>As carnes devem ser entregues pelos frigoríficos com temperaturas de até 7°C, segundo a portaria n° 304, de 1996, publicada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. As temperaturas variam conforme o tipo de produto, sendo: carnes com ossos entre 2°C e 7°C; congelada -12°C; para exportação -18°C, informa Dias, da Anffa.</li>



<li>É proibido o retorno à câmara fria de produtos que tenham sido retirados dela e que passaram algum tempo em temperatura ambiente, segundo o decreto de n°30.691, de 1952, da Casa Civil.</li>



<li>Todas as carcaças, os órgãos e as vísceras devem ser previamente resfriadas ou congeladas, dependendo da especificação do produto, antes de serem armazenados em câmaras frigoríficas, bem como para o seu transporte, conforme o decreto n° 9.013, de 2017, da Secretária-Geral da República.</li>



<li>Todos os produtos esterilizados devem passar pelo processo térmico em no máximo duas horas após o fechamento das embalagens.</li>
</ul>



<p><strong>😷Contaminação</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>É proibido colocar as carnes diretamente sobre o piso, segundo o decreto n° 9.013, de 2017, da Secretária-Geral da República.</li>



<li>Em caso de doenças contagiosas em algum dos produtos, é preciso que seja feita uma desinfecção do ambiente para evitar contaminação cruzada.</li>



<li>As carcaças e os órgãos com aspecto repugnante, com coloração anormal ou com degenerações devem ser condenados, bem como as carnes em processo putrefativo, que exalem odores medicamentosos, urinários, sexuais, excrementícios ou outros considerados anormais.</li>
</ul>



<p class="has-text-align-left"><em><strong>Por Vivian Souza, g1.</strong></em></p>
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