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	<title>Carnaval 2025 &#8211; Radio Caraíba FM </title>
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		<title>O que é a quarta-feira de Cinzas?</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 11:45:16 +0000</pubDate>
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<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="642" height="368" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Quarta-Cinza.jpeg" alt="" class="wp-image-1178" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Quarta-Cinza.jpeg 642w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Quarta-Cinza-300x172.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Quarta-Cinza-370x212.jpeg 370w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>&#8216;Quarta de Cinzas&#8217;, aquarela de Julian Fałat, feita no século 19. — Foto: Domínio público</em></p>



<p>Tradicionalmente, é a&nbsp;<strong>data que marca o fim da folia</strong>&nbsp;e o início de um tempo de recolhimento — como se fosse necessária uma fronteira entre a festa da carne e o período de penitência chamado de quaresma.</p>



<p>Para católicos praticantes, a&nbsp;<strong>quarta-feira de Cinzas é uma celebração rica em significado</strong>&nbsp;e necessária<strong>&nbsp;para a preparação rumo à Páscoa</strong>, 40 dias mais tarde.</p>



<p>Nas missas,<strong>&nbsp;há um momento em que o padre e seus ministros abençoam cada um colocando um pouquinho de cinzas sobre a cabeça&nbsp;</strong>ou fazendo uma cruz na testa. Há duas possibilidades de frase a serem ditas neste momento, cabendo ao sacerdote decidir.</p>



<p>“Convertei-vos e crede no Evangelho” é um lembrete da necessidade cristã de mudança de vida, de abrir mão dos prazeres em prol de uma experiência mais próxima de Deus; “Das cinzas vieste, às cinzas retornarás” recorda a brevidade da vida.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>“As duas possibilidades são válidas porque esses são os dois sentidos principais das cinzas”, afirma à BBC News Brasil o vaticanista Filipe Domingues, vice-diretor do Lay Centre, em Roma, e professor na Pontifícia Universidade Gregoriana, também em Roma.</strong></em></p>
</blockquote>



<p>“Esse dia nasceu como uma manifestação de devoção popular entre os séculos 3º e 4º.&nbsp;<strong>Os cristãos, nesse dia, para se prepararem para a quaresma, impunham sobre si as cinzas em sinal de penitência pública</strong>”, explica à reportagem a vaticanista e historiadora Mirticeli Medeiros, pesquisadora de História do Cristianismo na Pontifícia Universidade Gregoriana.</p>



<p>Para o historiador, teólogo e filósofo Gerson Leite de Moraes, professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, a&nbsp;<strong>celebração surgiu “nas comunidades cristãs primitivas” como referência ao início do período de preparação para a Páscoa</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>“Nasce junto com esse costume de se guardar os 40 dias do que chamamos de quaresma”, diz ele, à BBC News Brasil. “É um período que marca momentos de reflexão, de arrependimento, de renovação espiritual.”</strong></em></p>
</blockquote>



<p>O rito foi oficializado na liturgia pelo para Gregório Magno (540-604), na virada do século 7º. “Foi chamada por ele de ‘capite ieiunii’, ou seja, o dia em que se começava o jejum”, pontua Medeiros.</p>



<p>A pesquisadora conta que, conforme relatos antigos, no início a cerimônia era realizada em Roma sempre “em silêncio” e pessoalmente pelo papa, “que organizava uma procissão nos arredores da Basílica de Santa Anastácia e Santa Sabina”.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/bjF87qdrFpPNVGAVn0kY3VTWCy0=/0x0:800x1268/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/V/m/0hR9JHSbKHZ9fLCjbtew/bbc-quarta-2.jpg" alt="Papa Gregório, em imagem pintada por Francisco de Zurbarán. — Foto: Domínio público" style="width:629px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Papa Gregório, em imagem pintada por Francisco de Zurbarán. — Foto: Domínio público</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Referências bíblicas</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/McaaOkx21Jimjbyb0Ux_oga1ftc=/0x0:800x1210/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/M/S/36ZpLvTbq5mMB1eXElsg/bbc-quarta-3.jpg" alt="'Quarta-Feira de Cinzas. , óleo sobre tela feita pelo pintor Karl Spitzweg, no século 19 — Foto: Domínio público" style="width:606px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>&#8216;Quarta-Feira de Cinzas. , óleo sobre tela feita pelo pintor Karl Spitzweg, no século 19 — Foto: Domínio público</em></p>



<p>“As cinzas carregam duas simbologias. A primeira é a ideia da efemeridade da vida, do fato de que quando Deus disse [no Antigo Testamento] de que das cinzas viemos e às cinzas voltaremos, era para lembrar que o ser humano é pequeno diante da grandeza de Deus”, contextualiza Domingues.</p>



<p>“A segunda questão é a do arrependimento, da penitência. Aí é uma leitura cristã, já do Novo Testamento, porque Cristo, segundo os evangelhos canônicos questionou algumas tradições do mundo judaico […], o legalismo de alguns doutores da lei. [Nesse contexto], no período da quaresma ele começa com essa reflexão interna da importância do arrependimento, da penitência, de reformular o que nós somos e como estamos vivendo”, afirma Domingues.</p>



<p>Assessor da Comissão dos Movimentos Eclesiais da Diocese de Itabira, em Minas Gerais, o padre Eugênio Ferreira de Lima lembra à BBC News Brasil que inúmeras referências bíblicas baseiam esse costume litúrgico. “Nelas, o<strong>&nbsp;uso das cinzas aparece tanto para a purificação e a penitência quanto para lembrar a relatividade da vida</strong>”, interpreta ele.</p>



<p>No livro do Gênesis, o primeiro do Antigo Testamento, há a reprodução de um diálogo que Deus teria tido com Adão explicando a ele como seria a vida fora do Éden. “No suor do teu rosto comerás o pão, até voltares ao solo, pois dele foste tirado. Sim, és pó e ao pó voltarás”, diz o versículo.</p>



<p>Mais adiante, no mesmo livro, há uma passagem em que Abraão afirma “vou ousar falar ao meu Senhor, eu que não passo de pó e cinza”.</p>



<p>Já no livro de Jó, um versículo orienta “repetis à exaustão máximas de cinza, torres de argila são vossas defesas”. No segundo livro de Samuel, diz-se que “Tamar tomou cinza e derramou sobre a cabeça, rasgou sua túnica de princesa, pôs as mãos na cabeça e afastou-se gritando”.</p>



<p>“Ele se agarra à cinza, seu coração enganado o desvia: ele não se verá libertado”, lê-se em Isaías.</p>



<p>“E também como sinal de arrependimento, em [no livro de] Jonas, o povo se veste de cinzas, cobre a cabeça de cinzas em sinal de arrependimento e penitência”, comenta o padre Lima. “Eles proclamaram um jejum e se vestiram de sacos, desde os grandes até os pequenos […]. Ele se levantou do trono, tirou o manto real, cobriu-se de saco e sentou-se sobre a cinza”, diz o trecho bíblico.</p>



<p>No livro dos Números, está escrito que “para este homem impuro, tomar-se à cinza do brasileiro do sacrifício pelo pecado”.</p>



<p>O sacerdote explica que,&nbsp;<strong>no Novo Testamento, há relatos que associam passagens de Jesus à simbologia das cinzas</strong>. Quando ele lamenta sobre as cidades da Galileia que não se renderam à sua palavra, diz que “cobertas de saco e cinza, elas se teriam convertido”, segundo narração do Evangelho de Mateus.</p>



<p>Na carta aos Hebreus, diz-se que<strong>&nbsp;</strong><strong>“a cinza de novilha esparzida sobre os seres maculados os santificam, purificando-lhe os corpos”</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>“Ou seja, as cinzas são o convite que a Igreja faz para refletirmos sobre a brevidade e a relatividade de nossa vida aqui na Terra, dizendo o que realmente somos: humanos que vamos morrer”, pontua o padre.</strong></em></p>
</blockquote>



<p>“<strong>Somos chamamos a entrar nesse tempo da quaresma dedicando mais tempo para a palavra da Deus&nbsp;</strong>e para abrir o coração e perceber a presença do Cristo no meio de nós: o Cristo que passa fome, que é torturado, que é injustiçado, que tem necessidade de roupa, de casa, de comida.”</p>



<p>“É uma simbologia muito bonita”, comenta o teólogo Moraes. “Marca o início de um período que conclama ao autoexame, à autorreflexão, à busca por uma renovação espiritual.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Do que são feitas</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="638" height="457" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Quarta-Cinza-1.jpeg" alt="" class="wp-image-1179" style="width:593px;height:auto" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Quarta-Cinza-1.jpeg 638w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Quarta-Cinza-1-300x215.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/03/Quarta-Cinza-1-370x265.jpeg 370w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Fronte com a cruz feita de cinzas em missa de Quarta-Feira de Cinzas. — Foto: Jennifer Balaska/ Wikimedia Commons/ Dominio público</em></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>Segundo a tradição católica, as cinzas utilizadas nessa missa de Quarta-Feira que marca o início da quaresma são obtidas a partir da queima de um produto de outra missa, realizada no ano anterior.</strong></em></p>
</blockquote>



<p>“Pela práxis oficial,&nbsp;<strong>as cinzas provêm das folhas do domingo de Ramos, celebrado no ano precedente</strong>. Acrescentam a elas agua benta e incenso”, diz a historiadora Medeiros.</p>



<p>Domingues vê também simbologia nessa origem do material. “Eles queimam os ramos usados na liturgia do ano passado e essas cinzas são guardadas para o ano seguinte.<strong>&nbsp;Isso mostra o ciclo da liturgia e da vida cristã, que nunca acaba, fecha um ciclo e começa outro”</strong>, acrescenta ele.</p>



<p>Padre Lima conta que funciona assim: “uma quantidade razoável daqueles ramos bentos no Domingo de Ramos é guardada, conservada e queimada para se transformar nas cinzas que, depois, são abençoadas na missa e, no momento certo do ritual da Quarta de Cinzas, todos os fiéis são convidados a se apresentarem para serem assinalados com elas”.</p>



<p><strong>Ele enfatiza que o momento não é de ânimo negativo. “Não é tristeza. É penitência, é conversão, é mudança de vida</strong>. É preciso lembrar isso”, comenta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outras igrejas cristãs</h2>



<p>De acordo com o teólogo e professor Moraes, a tradição da&nbsp;<strong>Quarta-Feira de Cinzas não foi incorporada pelas igrejas protestantes e evangélicas</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>“As igrejas do protestantismo histórico, algumas são mais litúrgicas, outras menos. Todas reconhecem o período da Páscoa e, portanto, o período que a antecede, esses 40 dias da quaresma. Mas varia de intensidade [conforme a denominação religiosa]. Numa igreja litúrgica, às vezes o pastor cita que iniciamos o período da quaresma, algumas igrejas usam cores específicas”, conta.</strong></em></p>
</blockquote>



<p>“Já as evangélicas pentecostais e neopentecostais geralmente são muito pouco litúrgicas, é um espontaneísmo muito grande então dificilmente você vai encontrar uma valorização desse período de tempo em relação à observância da quaresma”, acrescenta ele.</p>



<p>Moraes afirma que, em geral, os cristãos não católicos não têm nenhum ritual próprio para a Quarta-Feira de Cinzas.</p>



<p><em><strong>Por BBC</strong></em></p>
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		<title>Carnaval 2025: veja qual será o horário de funcionamento dos bancos e quando fecham</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 11:48:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carnaval 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Agência do Banco do Brasil — Foto: Divulgação O carnaval de 2025 vai alterar o horário de funcionamento das agências bancárias em todo o país. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), não haverá atendimento presencial nos bancos na segunda (3) e terça-feira (4). As compensações bancárias também&#160;não serão efetivadas&#160;nessas datas, incluindo a TED. Já o PIX vai continuar funcionando normalmente. O atendimento será retomado&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="638" height="427" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Bancos-Carnaval.jpeg" alt="" class="wp-image-1146" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Bancos-Carnaval.jpeg 638w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Bancos-Carnaval-300x201.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Bancos-Carnaval-370x248.jpeg 370w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Agência do Banco do Brasil — Foto: Divulgação</em></p>



<p>O carnaval de 2025 vai alterar o horário de funcionamento das agências bancárias em todo o país. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), <strong>não haverá atendimento presencial nos bancos na segunda (3) e terça-feira (4).</strong></p>



<p>As compensações bancárias também&nbsp;<strong>não serão efetivadas</strong>&nbsp;nessas datas, incluindo a TED. Já o PIX vai continuar funcionando normalmente.</p>



<p>O atendimento será retomado na quarta-feira de Cinzas, dia 5, a partir das 12h, no horário de Brasília (DF), com encerramento no horário normal de fechamento das agências.</p>



<p><strong>⚠️ Mas, atenção.</strong>&nbsp;Nos locais onde as agências fecham tradicionalmente antes das 15h, o início do expediente bancário na quarta-feira (5) será antecipado, para garantir no mínimo três horas de atendimento presencial ao público.</p>



<p>Durante o carnaval, a Febraban orienta os clientes a utilizarem preferencialmente os canais digitais, como sites e aplicativos dos bancos, para pagar contas e realizar transferências.</p>



<h2 class="wp-block-heading">🗓️ Vencimento de boletos</h2>



<p>Boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefone, entre outros) com vencimento na segunda (3) ou terça-feira (4)&nbsp;<strong>poderão ser pagos, sem acréscimo, no dia útil seguinte</strong>, ou seja, na quarta-feira (5).</p>



<p>Já no caso dos tributos e impostos, caso vençam nos dias em que não há compensação bancária, é necessário que o pagamento seja antecipado, para evitar a incidência de juros e multa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">🏖️ Carnaval é feriado?</h2>



<p>A segunda e a terça-feira de carnaval são consideradas feriados bancários,&nbsp;<strong>mas não são feriados nacionais</strong>.</p>



<p>No calendário do governo federal, as datas são consideradas <strong>pontos facultativos</strong>, o que significa que, com exceção dos funcionários públicos, os demais trabalhadores precisam cumprir o expediente normalmente ou contar com a boa vontade dos seus empregadores para garantir uma folga.</p>



<p>Alguns estados e municípios, no entanto, decidiram considerar o carnaval como feriado&nbsp;<em>(</em><a class="" href="https://g1.globo.com/carnaval/2025/noticia/2025/02/09/carnaval-2025-e-feriado-dia-normal-ou-ponto-facultativo-na-sua-capital-veja-lista.ghtml"><em>veja a lista</em></a><em>)</em>. E, aí sim, nessas localidades, todos os trabalhadores precisam ser dispensados do serviço.</p>



<p>Caso trabalhem, eles precisam receber o salário do dia em dobro ou compensar a folga em outra data.</p>



<p><em><strong>Por Redação g1 — São Paulo</strong></em></p>
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