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	<title>Ciência &#8211; Radio Caraíba FM </title>
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	<title>Ciência &#8211; Radio Caraíba FM </title>
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		<title>Modo como você vira ao andar pode revelar risco de Parkinson, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[Redução na velocidade ao mudar de direção durante uma caminhada pode revelar um risco de desenvolver doença de Parkinson. — Foto: Freepik A redução na velocidade ao mudar de direção durante uma caminhada pode revelar&#160;um&#160;risco de desenvolver doença de Parkinson. Isso é o que mostrou um estudo alemão com dados coletados ao longo de uma década. 🧠O Parkinson é uma&#160;doença neurológica&#160;que&#160;afeta os&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="632" height="411" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/12/Sinais-parkinson.jpeg" alt="" class="wp-image-3555" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/12/Sinais-parkinson.jpeg 632w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/12/Sinais-parkinson-300x195.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/12/Sinais-parkinson-370x241.jpeg 370w" sizes="(max-width: 632px) 100vw, 632px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Redução na velocidade ao mudar de direção durante uma caminhada pode revelar um risco de desenvolver doença de Parkinson. — Foto: Freepik</em></p>



<p>A redução na velocidade ao mudar de direção durante uma caminhada pode revelar<strong>&nbsp;</strong>um&nbsp;<strong>risco de desenvolver doença de Parkinson</strong>. Isso é o que mostrou um estudo alemão com dados coletados ao longo de uma década.</p>



<p>🧠O Parkinson é uma&nbsp;<strong>doença neurológica</strong>&nbsp;que&nbsp;<strong>afeta os movimentos</strong>&nbsp;do paciente. Entre os principais sintomas estão tremores, lentidão de movimentos e desequilíbrio.&nbsp;<em>(veja mais abaixo)</em></p>



<p>➡️A pesquisa, publicada na revista científica &#8220;Annals of Neurology&#8221;, acompanhou&nbsp;1.051 pacientes com mais de 50 anos durante dez anos. O objetivo era analisar a relação da&nbsp;<strong>taxa de alteração no desempenho dos giros durante uma caminhada</strong>&nbsp;e um futuro&nbsp;<strong>diagnóstico de Parkinson</strong>.</p>



<p>Os resultados mostraram que uma &#8220;velocidade angular mais lenta&#8221;, isto é, a velocidade com que alguém gira no ponto de maior velocidade ao andar, esteve ligada a uma maior probabilidade de desenvolver a doença no futuro.</p>



<p>Os pesquisadores também atestaram que as&nbsp;<strong>velocidades de giro começaram a diminuir cerca de 8,8 anos antes do diagnóstico clínico</strong>&nbsp;de Parkinson, o que pode indicar que esse seria um dos primeiros sinais motores detectáveis da doença.</p>



<p>Brook Galna, professor associado da Escola de Saúde Aliada da Murdoch University, na Alemanha, e um dos autores do estudo, afirma que as descobertas abrem caminho para intervenções precoces relacionadas ao problema.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>&#8220;A detecção precoce de pessoas em risco de desenvolver Parkinson acelerará a descoberta e o teste de tratamentos neuroprotetores, desenvolvidos para retardar a progressão da doença, e pode manter as pessoas vivendo de forma independente por mais tempo&#8221;, projeta.</strong></em></p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Sensor nas costas</h2>



<p>Para realizar o estudo, os pesquisadores utilizaram um&nbsp;<strong>sensor na parte inferior das costas dos participantes</strong>.</p>



<p>O dispositivo era responsável por medir os movimentos de giro durante uma caminhada de cerca de um minuto por um corredor de 20 metros.</p>



<p>O aparelho registrava ângulo, duração e velocidade da virada, fornecendo dados que posteriormente foram relacionados ao desenvolvimento ou não de Parkinson.</p>



<p>Do total de participantes, 23 foram diagnosticados com a doença em média 5,3 anos após a avaliação inicial. Mas o sinais de redução na velocidade foram observados aproximadamente 8,8 anos antes do diagnóstico.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>&#8220;Ao detectar mudanças na velocidade da virada por meio de sensores vestíveis, em combinação com outros sinais iniciais de Parkinson, podemos identificar indivíduos em risco muito antes de os sintomas se tornarem clinicamente aparentes&#8221;, afirmou Galna.</strong></em></p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sintomas e diagnóstico do Parkinson</strong></h2>



<p>A doença de Parkinson acontece por causa da&nbsp;<strong>degeneração das células</strong>&nbsp;localizadas em uma região do cérebro conhecida como substância negra.</p>



<p>Essas células produzem a dopamina, responsável por conduzir as correntes nervosas (neurotransmissores) ao corpo. Por isso, a falta ou diminuição dessa substância no corpo afeta os movimentos.</p>



<p>👉Os&nbsp;<strong>sintomas&nbsp;</strong>mais característicos da doença são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tremores</li>



<li>Lentidão de movimentos</li>



<li>Rigidez muscular</li>



<li>Desequilíbrio</li>



<li>Alterações na fala e na escrita</li>
</ul>



<p>Atualmente, o diagnóstico é feito a partir do histórico clínico do paciente e por meio de um exame neurológico. Ainda não há nenhum teste específico para o diagnóstico ou prevenção da doença.</p>



<p>Também não há cura. O tratamento normalmente busca combater os sintomas, além de retardar o progresso da doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Limitações do estudo</h2>



<p>Apesar dos resultados indicarem uma possível nova forma de detecção precoce do Parkinson, os pesquisadores ponderam que o estudo ainda traz algumas limitações.</p>



<p>👉Entre elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Utilização de somente sete medidas de giro</li>



<li>Número limitado de participantes</li>



<li>Limitações do algoritmo para detecção do ângulo de giro</li>
</ul>



<p>Na discussão da pesquisa, o grupo sinaliza que os &#8220;achados indicam que avaliações quantitativas e digitais dos movimentos de giro podem ser mais um componente útil em uma bateria diagnóstica para identificar pré-diagnóstico de Parkinson&#8221;.</p>



<p>Apesar disso, eles recomendam futuras análises para aprofundar as descobertas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>&#8220;O trabalho futuro deve buscar aumentar a sensibilidade e especificidade dos modelos de aprendizado de máquina, avançando em direção a ferramentas de triagem mais eficientes e clinicamente relevantes&#8221;, destacam.</strong></em></p>
</blockquote>



<p><em><strong>Por Júlia Carvalho, g1</strong></em></p>
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		<item>
		<title>Homem desenvolve doença rara após seguir orientação do ChatGPT para substituir sal por brometo</title>
		<link>https://radiocaraibafm.com/homem-desenvolve-doenca-rara-apos-seguir-orientacao-do-chatgpt-para-substituir-sal-por-brometo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[Chat deu orientações de saúde a um homem que teve doença rara — Foto: Getty Images via BBC Um homem de 60 anos precisou ser hospitalizado após desenvolver uma doença rara ao seguir orientações de dieta indicadas pelo ChatGPT. O caso aconteceu nos Estados Unidos e foi publicado como artigo pelos médicos que o atenderam no periódico científico &#8220;Annals of Internal Medicine&#8221;,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="630" height="358" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/08/ChatGPT.jpeg" alt="" class="wp-image-2482" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/08/ChatGPT.jpeg 630w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/08/ChatGPT-300x170.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/08/ChatGPT-370x210.jpeg 370w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/08/ChatGPT-270x152.jpeg 270w" sizes="(max-width: 630px) 100vw, 630px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Chat deu orientações de saúde a um homem que teve doença rara — Foto: Getty Images via BBC</em></p>



<p>Um homem de 60 anos precisou ser hospitalizado após desenvolver uma doença rara ao seguir orientações de dieta indicadas pelo ChatGPT.</p>



<p>O caso aconteceu nos Estados Unidos e foi publicado como artigo pelos médicos que o atenderam no periódico científico &#8220;Annals of Internal Medicine&#8221;, na última semana.</p>



<p>O paciente desenvolveu bromismo, uma intoxicação por brometos. Hoje, trata-se de uma condição rara, mas que, no passado, foi responsável por diversas internações psiquiátricas, já que pode provocar alucinações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que houve com o paciente?</h2>



<p>Segundo os médicos, o homem chegou ao hospital com crises de paranoia — acreditava que o vizinho estava tentando envenená-lo e que a água do filtro estava contaminada.</p>



<p>Inicialmente, os profissionais suspeitaram de um transtorno psiquiátrico, e ele chegou a ser encaminhado para uma ala específica.</p>



<p>No entanto, após receber os minerais e vitaminas que estavam em níveis muito baixos no organismo, ele voltou ao estado normal e contou aos médicos que havia lido sobre os supostos efeitos negativos do cloreto de sódio. Buscando alternativas, consultou o ChatGPT, que o orientou a substituí-lo por brometo.</p>



<p>Ele manteve essa substituição por três meses, o que levou à intoxicação. Após três semanas de internação, os níveis no organismo se normalizaram.</p>



<p>No artigo, os especialistas fazem um alerta sobre o uso de inteligência artificial com impactos na saúde.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>“Este caso também destaca como o uso da inteligência artificial pode contribuir para o desenvolvimento de doenças evitáveis e resultados adversos para a saúde”, escreveram os autores Dra. Audrey Eichenberger, Stephen Thielke e Adam Van Buskirk.</strong></em></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/XrqGYEEP5gW-UlwyWwEPwAiuMvo=/0x0:6720x4480/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/o/Z/8ACmFNSq2iZEThByqNdQ/sal-marinho-saindo-do-saleiro-.jpg" alt="Sal de cozinha — Foto: Freepik" style="width:612px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Sal de cozinha — Foto: Freepik</em></p>
</blockquote>



<p><em><strong>Por Redação g1</strong></em></p>
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		<title>Dormir com celular ao lado: Mitos e verdades sobre os riscos para a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 11:25:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Reprodução/Pexels Você já se perguntou se dormir com o celular ao lado pode ser prejudicial à sua saúde? Embora seja comum, esse hábito levanta questionamentos sobre a segurança em relação à radiação emitida pelos dispositivos móveis. De acordo com estudos recentes, a radiação emitida pelos celulares é de baixa energia e não tem capacidade de causar danos graves à saúde, como&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="638" height="428" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/01/Celular-Radiacao.jpeg" alt="" class="wp-image-684" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/01/Celular-Radiacao.jpeg 638w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/01/Celular-Radiacao-300x201.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/01/Celular-Radiacao-370x248.jpeg 370w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Foto: Reprodução/Pexels</em></p>



<p>Você já se perguntou se dormir com o celular ao lado pode ser prejudicial à sua saúde? Embora seja comum, esse hábito levanta questionamentos sobre a segurança em relação à radiação emitida pelos dispositivos móveis.</p>



<p>De acordo com estudos recentes, a radiação emitida pelos celulares é de baixa energia e não tem capacidade de causar danos graves à saúde, como o desenvolvimento de câncer. A radiação de radiofrequência, emitida pelos celulares, faz parte de uma faixa de baixa energia no espectro eletromagnético e não tem a capacidade de alterar o DNA.</p>



<p>No entanto, é importante lembrar que o uso do celular antes de dormir pode afetar a qualidade do sono, causar problemas comportamentais ou contribuir para transtornos de ansiedade e questões psíquicas.</p>



<p>Para uma boa noite de sono, especialistas recomendam:</p>



<p>&#8211; Manter um horário regular de sono</p>



<p>&#8211; Relaxe antes de dormir</p>



<p>&#8211; Durma pelo menos sete horas</p>



<p>&#8211; Mantenha o quarto silencioso e escuro</p>



<p>&#8211; Evite comidas pesadas e gordurosas antes de dormir</p>



<p>&#8211; Nada de cigarro ou álcool</p>



<p>&#8211; Faça exercícios regularmente</p>



<p>&#8211; Deixe o celular para lá antes de dormir</p>



<p>Lembre-se de que a moderação é a chave para um sono saudável e uma vida equilibrada.</p>



<p><strong><em>Por Cátia Lopes / Fonte Roberto Peixoto, g1</em></strong></p>
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