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	<title>Saúde &#8211; Radio Caraíba FM </title>
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	<title>Saúde &#8211; Radio Caraíba FM </title>
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		<title>Dia D de vacinação será neste sábado (22) em todo o país; imunização abrange 20 doenças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 18:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil O Dia D da Campanha de Multivacinação ocorre neste sábado (22) em todo o Brasil. Estarão disponíveis imunizantes que protegem contra 20 doenças graves, como meningites, tuberculose e cânceres associados ao HPV. O principal foco de vacinação são crianças e adolescentes menores de 15 anos. A campanha segue até o dia 1º de setembro e o objetivo é&#8230;]]></description>
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<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="633" height="381" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Dia-D.jpeg" alt="" class="wp-image-6096" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Dia-D.jpeg 633w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Dia-D-300x181.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Dia-D-370x223.jpeg 370w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><sub><em>Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</em></sub></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dia D da Campanha de Multivacinação ocorre neste sábado (22) em todo o Brasil. Estarão disponíveis imunizantes que protegem contra 20 doenças graves, como meningites, tuberculose e cânceres associados ao HPV. O principal foco de vacinação são crianças e adolescentes menores de 15 anos. A campanha segue até o dia 1º de setembro e o objetivo é a atualização de vacinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela primeira vez, a campanha conta com a vacina pneumocócica 20-valente (Pneumo 20), incorporada em junho de 2026 ao Calendário Nacional de Vacinação. O imunizante amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, como pneumonias e meningites. A vacina é indicada para crianças menores de 5 anos, conforme o esquema vacinal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, mais de 180 milhões de doses foram distribuídas para garantir a vacinação em todo o país ao longo deste ano até agora. As vacinas mais aplicadas foram contra influenza, sarampo (tríplice viral) e poliomielite foram as mais aplicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira quais vacinas estarão disponíveis no Dia D, conforme a faixa etária, o histórico vacinal e a indicação:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>BCG;</li>



<li>Hepatite B;</li>



<li>Penta (DTP/Hib/HB);</li>



<li>Poliomielite (VIP);</li>



<li>Rotavírus humano;</li>



<li>Pneumocócica conjugada 10-valente e 20-valente;</li>



<li>Meningocócica C;</li>



<li>Influenza;</li>



<li>Covid-19;</li>



<li>Febre amarela;</li>



<li>Meningocócica ACWY;</li>



<li>Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola);</li>



<li>Varicela;</li>



<li>DTP;</li>



<li>Hepatite A;</li>



<li>dT;</li>



<li>HPV4;</li>



<li>Dengue tetravalente.</li>



<li>Sarampo</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recertificação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro de 2024, o Brasil recebeu a recertificação da eliminação da circulação endêmica do sarampo pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) – status que é mantido atualmente. No Dia D e até o fim da campanha, a proteção contra o sarampo também pode ser atualizada em todos os estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Por Brasil 61</strong></em></p>
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		<title>SUS oferece tratamento gratuito e completo para quem quer parar de fumar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Reprodução / CFF O&#160;Sistema Único de Saúde (SUS)&#160;oferece tratamento gratuito para pessoas que desejam parar de fumar. Coordenada pelo&#160;Instituto Nacional de Câncer (INCA), ligado ao&#160;Ministério da Saúde, a política pública de controle do tabagismo é considerada uma das mais importantes do país na prevenção de doenças e mortes relacionadas ao cigarro. O atendimento está disponível em&#160;unidades básicas de saúde&#160;e outros serviços&#8230;]]></description>
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<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="638" height="376" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Tratamento-fumar.jpeg" alt="" class="wp-image-6087" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Tratamento-fumar.jpeg 638w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Tratamento-fumar-300x177.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Tratamento-fumar-370x218.jpeg 370w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><sub><em>Foto: Reprodução / CFF</em></sub></p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>Sistema Único de Saúde (SUS)</strong>&nbsp;oferece tratamento gratuito para pessoas que desejam parar de fumar. Coordenada pelo&nbsp;<strong>Instituto Nacional de Câncer (INCA)</strong>, ligado ao&nbsp;<strong>Ministério da Saúde</strong>, a política pública de controle do tabagismo é considerada uma das mais importantes do país na prevenção de doenças e mortes relacionadas ao cigarro. O atendimento está disponível em&nbsp;<strong>unidades básicas de saúde</strong>&nbsp;e outros serviços da&nbsp;<strong>rede pública em diversas regiões do Brasil</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, o tabagismo é uma doença crônica causada pela dependência da nicotina. A condição está associada a dezenas de doenças graves, como câncer, infarto, acidente vascular cerebral (AVC), enfisema pulmonar e outras doenças respiratórias e cardiovasculares. Além do cigarro tradicional, produtos como cigarros eletrônicos, narguilé e dispositivos aquecidos também representam riscos à saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento oferecido pelo SUS reúne&nbsp;<strong>acompanhamento profissional, apoio psicológico e medicamentos gratuitos</strong>. A proposta é ajudar o paciente a enfrentar tanto a dependência física da nicotina quanto os aspectos emocionais e comportamentais ligados ao hábito de fumar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os serviços disponíveis estão consultas individuais, grupos de apoio e acompanhamento contínuo por equipes multiprofissionais. Durante o tratamento, o paciente recebe orientações sobre estratégias para lidar com a abstinência, ansiedade, irritabilidade e vontade de fumar, especialmente nas primeiras semanas sem cigarro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando há indicação clínica, o&nbsp;<strong>SUS também disponibiliza medicamentos e terapias</strong>&nbsp;de reposição de nicotina. Entre os recursos oferecidos estão&nbsp;<strong>adesivos transdérmicos de nicotina, gomas de mascar, pastilhas e o medicamento bupropiona</strong>. A escolha do tratamento depende da avaliação da equipe de saúde, do grau de dependência e das condições clínicas do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os adesivos liberam nicotina de forma gradual para reduzir sintomas de abstinência, enquanto gomas e pastilhas ajudam a controlar a vontade imediata de fumar. Já a bupropiona atua em áreas do cérebro relacionadas à dependência e pode auxiliar na redução do desejo pelo cigarro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, o farmacêutico desempenha papel fundamental. Presente em unidades de saúde, farmácias públicas e serviços de atenção básica, o profissional participa diretamente da orientação aos pacientes e do acompanhamento do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O farmacêutico ajuda a explicar como utilizar corretamente adesivos, gomas, pastilhas e medicamentos, orienta sobre horários, doses, possíveis efeitos adversos e cuidados necessários durante o uso. Esse acompanhamento é importante para aumentar a adesão ao tratamento e reduzir o risco de abandono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o profissional pode identificar dificuldades enfrentadas pelo paciente, esclarecer dúvidas sobre interações medicamentosas e reforçar medidas para evitar recaídas. Em muitos casos, o farmacêutico é um dos profissionais de saúde com maior contato com a população, o que facilita a criação de vínculo e o incentivo contínuo à cessação do tabagismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Federal de Farmácia (CFF) destaca que a atuação farmacêutica também inclui ações educativas e de prevenção, ajudando a conscientizar a população sobre os danos causados pelo tabaco e pelos dispositivos eletrônicos para fumar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Ministério da Saúde apontam que parar de fumar traz benefícios quase imediatos. Em poucas horas, há melhora da oxigenação do sangue e redução da pressão arterial. Ao longo dos meses e anos, diminuem os riscos de doenças cardiovasculares, respiratórias e vários tipos de câncer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para iniciar o tratamento, o cidadão pode procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e informar o interesse em parar de fumar. A equipe fará a avaliação clínica e indicará o acompanhamento mais adequado para cada caso.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC / Fonte Conselho Federal de Farmácia (CFF)</strong></em></p>
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		<title>Às margens do São Francisco, estudantes baianos vivem experiência de medicina humanitária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 15:21:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Divulgação UniFG-BA Estudantes de Medicina da UniFG Bahia, integrante da Inspirali, ecossistema da Ânima Educação que atua na gestão de 15 escolas médicas em diversas regiões do Brasil, participaram da Missão São Francisco na região de Propriá, em Sergipe. A ação começou no último dia e seguiu até o dia 16, domingo, com o objetivo de promover qualidade de vida para moradores&#8230;]]></description>
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<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="633" height="425" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Medicina-humanitaria.jpeg" alt="" class="wp-image-6054" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Medicina-humanitaria.jpeg 633w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Medicina-humanitaria-300x201.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Medicina-humanitaria-370x248.jpeg 370w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><sub><em>Divulgação UniFG-BA</em></sub></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudantes de Medicina da UniFG Bahia, integrante da Inspirali, ecossistema da Ânima Educação que atua na gestão de 15 escolas médicas em diversas regiões do Brasil, participaram da Missão São Francisco na região de Propriá, em Sergipe. A ação começou no último dia e seguiu até o dia 16, domingo, com o objetivo de promover qualidade de vida para moradores de comunidades ribeirinhas com acesso limitado aos serviços de saúde e proporcionar uma experiência humanitária aos futuros médicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira edição da Missão São Francisco contou com a participação de 37 estudantes, um egresso e cinco professores de Medicina das escolas UniFG Bahia, Ages, UNIFACS, Anhembi Morumbi, UniBH, UniSul, UnP e São Judas. Os missionários saíram de Aracaju e seguiram por transporte terrestre até Propriá, ponto de apoio de onde partiram diariamente para as jornadas de atendimento. Os deslocamentos foram feitos conforme o planejamento logístico da operação. Durante a iniciativa, a expedição atendeu a população em creches, centros comunitários e praças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram ofertados atendimentos nas áreas de Ginecologia e Obstetrícia, Infectologia, Clínica Geral, Psiquiatria, Pediatria e Medicina de Família e Comunidade. Foram realizados cerca de 1,2 mil atendimentos no período. Entre as principais demandas identificadas na região estão hipertensão, diabetes, dores osteomusculares, doenças respiratórias, queixas dermatológicas, problemas gastrointestinais, saúde da mulher, saúde infantil e a necessidade de atualização de orientações sobre prevenção e promoção da saúde.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/blogdoeloiltoncajuhy.com.br/site/wp-content/uploads/2026/08/Missao-Sao-Francisco_2_Divulgacao-UniFG-BA.jpg?ssl=1"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/blogdoeloiltoncajuhy.com.br/site/wp-content/uploads/2026/08/Missao-Sao-Francisco_2_Divulgacao-UniFG-BA.jpg?resize=453%2C680&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-97711"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><sub><em> Divulgação UniFG-BA</em></sub></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Segundo a estudante de Medicina da UniFG/Inspirali Hortência Oliveira, a Missão São Francisco tem sido uma experiência profundamente transformadora. “O contato com outra cultura, outros povos e a riqueza da individualidade de cada pessoa tem contribuído de forma essencial para o meu crescimento pessoal e acadêmico. Esse espaço é de grande importância para exercitar a empatia, cultivar o amor ao próximo, compreender as necessidades de cada um e buscar maneiras de ajudar”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A universitária destacou ainda a troca de experiências e o acolhimento nas comunidades atendidas. “Nossa missão é levar conhecimento e conforto àquelas pessoas assistidas, ainda que em pequenas doses, mas que já representam muito para quem recebe. Ao mesmo tempo, essas pessoas também nos ofereceram algo valioso: compartilharam suas histórias, nos acolheram com carinho e nos deram a oportunidade de aprender e crescer. Essa troca nos fortalece como estudantes e nos prepara para, no futuro, sermos profissionais mais humanos, conscientes e comprometidos com o bem-estar coletivo”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Localização de difícil acesso</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A região de Propriá, em Sergipe, foi escolhida por concentrar comunidades localizadas às margens do Rio São Francisco, em áreas de difícil acesso, onde barreiras geográficas e socioeconômicas impactam o cuidado com a saúde e a continuidade de tratamentos. A Missão São Francisco foi organizada em parceria com autoridades locais, que identificaram desafios assistenciais compatíveis com a proposta da Travessia Humanitária.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><a href="https://i0.wp.com/blogdoeloiltoncajuhy.com.br/site/wp-content/uploads/2026/08/Missao-Sao-Francisco_3_Divulgacao-UniFG-BA.jpg?ssl=1"><img decoding="async" src="https://i0.wp.com/blogdoeloiltoncajuhy.com.br/site/wp-content/uploads/2026/08/Missao-Sao-Francisco_3_Divulgacao-UniFG-BA.jpg?resize=800%2C534&amp;ssl=1" alt="" class="wp-image-97712" style="width:734px;height:auto"/></a><figcaption class="wp-element-caption"><sub><em> Divulgação UniFG-BA</em></sub></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">As Missões Humanitárias fazem parte da metodologia de ensino da Inspirali e são realizadas dentro da política do SUS, prestando atenção primária à saúde e analisando a situação e condições de vida da população local, identificando riscos, vulnerabilidades e potencialidades para que seja possível intervir de forma mais assertiva nos problemas de saúde e necessidades da região de forma contínua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Missão São Francisco é a 31ª expedição promovida até o momento pela empresa. Já foram realizadas quinze Missões nas regiões ribeirinhas do Amazonas, quatro na região do Vale do Jequitinhonha, uma na região do Araguaia, uma no Serrado, uma no Planalto, duas Missões Sertões, três Missões de catástrofe no Rio Grande do Sul para ajudar às vítimas das enchentes e três Missões Internacionais na cidade de Benin, na África.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC / Fonte Andréa Castro</strong></em></p>
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		<title>Nunca é tarde para parar de fumar, alerta geriatra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 16:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Reprodução Muitas pessoas acreditam que abandonar o cigarro depois dos 60 anos já não faz diferença. Mas, segundo geriatra da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), esse é um dos principais mitos sobre o tabagismo. “Nunca é tarde para parar de fumar. É claro que quanto mais cedo a pessoa abandona o cigarro, maiores são os benefícios. Mas mesmo depois&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="633" height="386" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Parar-de-fumar.jpeg" alt="" class="wp-image-5986" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Parar-de-fumar.jpeg 633w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Parar-de-fumar-300x183.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Parar-de-fumar-370x226.jpeg 370w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><sub><em>Foto: Reprodução</em></sub></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas acreditam que abandonar o cigarro depois dos 60 anos já não faz diferença. Mas, segundo geriatra da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), esse é um dos principais mitos sobre o tabagismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nunca é tarde para parar de fumar. É claro que quanto mais cedo a pessoa abandona o cigarro, maiores são os benefícios. Mas mesmo depois dos 60, 70 ou 80 anos, a interrupção do tabagismo reduz o risco de infarto, acidente vascular cerebral (AVC), câncer e doenças respiratórias. Diminui também sintomas como tosse e reduz as idas ao pronto-socorro”, explica Lucas Gomes de Andrade, médico geriatra e diretor da SBGG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Geriatria, porém, os benefícios da cessação do tabagismo vão além da prevenção de doenças. O foco também está em preservar a capacidade funcional, ou seja, manter condições de realizar as atividades do dia a dia com autonomia e independência pelo maior tempo possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Parar de fumar pode melhorar o fôlego, facilitar a prática de atividade física, reduzir infecções respiratórias, favorecer a recuperação após cirurgias e ajudar a pessoa idosa a manter sua independência por mais tempo. Em outras palavras, não é apenas viver mais. É viver melhor”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais do que prevenir o câncer de pulmão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o câncer de pulmão seja uma das principais doenças associadas ao tabagismo, os prejuízos do cigarro vão muito além desse diagnóstico. O hábito acelera o envelhecimento do organismo, favorece a perda de massa muscular, aumenta a fragilidade e compromete a capacidade funcional, fatores que interferem diretamente na autonomia e na qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além de aumentar o risco de câncer, doenças cardiovasculares e respiratórias, o cigarro favorece perda de massa muscular, fragilidade e redução da capacidade funcional. Na Geriatria, nosso objetivo não é apenas aumentar a expectativa de vida, mas preservar autonomia e qualidade de vida. E parar de fumar é uma das medidas que mais contribuem para um envelhecimento saudável”, reforça Lucas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parar de fumar é a medida mais importante, mas não a única. O cuidado também inclui atividade física regular, alimentação adequada, vacinação, controle de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e, em alguns casos, a avaliação da indicação de rastreamento do câncer de pulmão por meio de tomografia de baixa dose, conforme critérios clínicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O papel do geriatra</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento da pessoa idosa fumante vai muito além da recomendação para abandonar o cigarro. O trabalho do geriatra é compreender o momento de vida do paciente, identificar fatores que dificultam a cessação do tabagismo e construir um plano individualizado para aumentar as chances de sucesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A principal estratégia é ajudar o paciente a parar de fumar: acolher as demandas, conversar e entender se ele está no momento de parar de fumar ou a presença de gatilhos como depressão e ansiedade. Educação continuada e apoio à cessação do tabagismo devem fazer parte do acompanhamento longitudinal. Esta medida continua sendo a que mais reduz o risco de câncer de pulmão e de várias outras doenças relacionadas ao tabagismo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recaídas podem acontecer e fazem parte do processo de abandono do cigarro. “O primeiro passo é acolher, sem julgamentos. Muitos idosos fumam há décadas e já tentaram parar diversas vezes e essas tentativas não representam fracasso, fazem parte do processo. O geriatra procura entender o grau de dependência, identificar as dificuldades e construir um plano individualizado. Dependendo da situação, podemos utilizar orientação comportamental, envolver a família e lançar mão de medicamentos que aumentam as chances de sucesso. Também é importante acompanhar o paciente ao longo do tempo. Recaídas podem acontecer, mas isso não significa que a pessoa não conseguirá parar definitivamente,” finaliza Lucas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC / Fonte Tássia Lourenço</strong></em></p>
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		<title>Por que o sarampo voltou a preocupar?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 15:20:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Wynitow Butenas/Centro de Vacinas Pequeno Príncipe O sarampo voltou a acender um sinal de alerta nas Américas e também no Brasil. Em 2025, o país confirmou 38 casos da doença, mas sem transmissão interna sustentada. Em 2026, já são 24 casos confirmados, sendo 23 no estado de São Paulo. Nas Américas, até 18 de julho deste ano, foram registrados 47.459 casos&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="633" height="427" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Sarampo.jpeg" alt="" class="wp-image-5982" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Sarampo.jpeg 633w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Sarampo-300x202.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Sarampo-370x250.jpeg 370w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><sub><em>Foto: Wynitow Butenas/Centro de Vacinas Pequeno Príncipe</em></sub></p>



<p class="wp-block-paragraph">O sarampo voltou a acender um sinal de alerta nas Américas e também no Brasil. Em 2025, o país confirmou 38 casos da doença, mas sem transmissão interna sustentada. Em 2026, já são 24 casos confirmados, sendo 23 no estado de São Paulo. Nas Américas, até 18 de julho deste ano, foram registrados 47.459 casos de sarampo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, o&nbsp;<strong>Hospital Pequeno Príncipe</strong>, maior e mais completo hospital pediátrico do país, reforça a importância da vacinação contra o sarampo, especialmente entre as crianças. Afinal, essa é uma das doenças mais contagiosas do mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é o sarampo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O sarampo é uma doença infectocontagiosa, uma das mais contagiosas dentro das exantemáticas, ou seja, que causam erupções cutâneas. A etiologia é viral, de altíssima transmissibilidade por via respiratória, seja ao falar, tossir ou espirrar. De acordo com o Ministério da Saúde, uma pessoa infectada pode&nbsp;<strong>transmitir para 90% das pessoas próximas que não estejam imunes</strong>.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong><em>“O sarampo é realmente um indicador de qualidade vacinal e de adesão às vacinas, porque é muito transmissível. Então, quando começam a aparecer casos, mostra uma baixa cobertura vacinal”, ressalta a pediatra e coordenadora do Centro de Vacinas Pequeno Príncipe, Heloisa Ihle Garcia Giamberardino.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe um medicamento específico para curar o sarampo — o manejo é voltado apenas para o alívio dos sintomas. Lembrando que o mais importante é a orientação pediátrica para avaliação de cada caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sinais e sintomas do sarampo em crianças</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir do momento em que se tem contato com alguém com sarampo, pode-se levar em torno de 7 a 14 dias para começar o surgimento dos sintomas, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>febre alta (acima de 38,5°C);</li>



<li>manchas vermelhas;</li>



<li>conjuntivite não purulenta;</li>



<li>coriza, tosse e secreção.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o infectologista pediátrico Victor Horácio, do Hospital Pequeno Príncipe, pontua que o diagnóstico clínico não é difícil de ser feito. “E o sarampo tem uma particularidade ainda, na qual 72 horas antes do aparecimento do rash cutâneo você vê um salpicado esbranquiçado, que são as manchas de Koplik, dentro da boca do paciente”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais são as complicações do sarampo em crianças?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O sarampo tem uma série de complicações. Segundo o Ministério da Saúde, as mais comuns em crianças são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>pneumonia (infecção no pulmão):</strong> uma em cada 20 crianças com sarampo pode desenvolver pneumonia, causa mais comum de morte por sarampo nos pequenos;</li>



<li><strong>otite média aguda (infecção no ouvido):</strong> ocorre em uma a cada dez crianças com sarampo e pode resultar em perda auditiva permanente;</li>



<li><strong>encefalite aguda (inflamação no cérebro):</strong> uma a quatro em cada mil crianças podem desenvolver essa complicação, e 10% delas podem morrer;</li>



<li><strong>morte:</strong> uma a três a cada mil crianças doentes podem falecer em decorrência de complicações da doença.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, o especialista alerta sobre a panencefalite esclerosante subaguda (PEES), uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal, rara, causada por uma infecção persistente e mutante do vírus do sarampo.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong><em>“O que observamos, por exemplo, no surto de sarampo ocorrido na região do Texas, nos Estados Unidos, com mais de 380 casos, é que os quatro óbitos registrados em crianças foram de pacientes não vacinados. Então, se você está vacinado contra o sarampo, você está protegido”, salienta.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vacina contra o sarampo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, 92,5% dos bebês tomaram a primeira dose da vacina, mas apenas 77,9% completaram o esquema no prazo correto. A recomendação é de que todas as pessoas até 59 anos, sem comprovação de duas doses, devem vacinar-se para garantir proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O esquema de&nbsp;<strong>vacinação contra o sarampo no Brasil</strong>, via&nbsp;<strong>Programa Nacional de Imunizações (PNI)</strong>, baseia-se na aplicação de duas doses da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), sendo a primeira aos 12 meses e a segunda (geralmente tetraviral) aos 15 meses de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem já recebeu as duas doses na infância não precisa revacinar-se. E o imunizante é contraindicado para gestantes e pessoas imunocomprometidas.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong><em>“A vacina é segura, tranquila e bem-tolerada, sem praticamente nenhuma reação adversa. O sarampo é uma doença de fácil controle com vacinação. Vacinados não pegam o sarampo”, finaliza Heloisa.</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC / Fonte Hospital Pequeno Príncipe</strong></em></p>
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		<title>Ministério da Saúde define novas regras para o Programa Farmácia Popular; entenda o que muda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Reprodução O Ministério da Saúde determinou nesta quarta-feira (12) novas regras para o&#160;Programa Farmácia Popular do Brasil. Entre as novidades estão o&#160;estabelecimento de critérios para participação das farmácias e ampliação das regras de monitoramento. Também foram criados níveis de risco que poderão levar à&#160;suspensão de pagamentos e outras penalidades.&#160;(entenda mais abaixo) A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta terça&#8230;]]></description>
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<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="633" height="422" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Ministerio-da-Saude.jpeg" alt="" class="wp-image-5978" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Ministerio-da-Saude.jpeg 633w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Ministerio-da-Saude-300x200.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Ministerio-da-Saude-370x247.jpeg 370w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><sub>Reprodução</sub></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde determinou nesta quarta-feira (12) novas regras para o&nbsp;<strong>Programa Farmácia Popular do Brasil</strong>. Entre as novidades estão o&nbsp;<strong>estabelecimento de critérios para participação das farmácias e ampliação das regras de monitoramento</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram criados níveis de risco que poderão levar à&nbsp;<strong>suspensão de pagamentos e outras penalidades</strong>.&nbsp;<strong><em>(entenda mais abaixo)</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta terça e entra em vigor na data de publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova norma também determina que a participação das farmácias no programa seja&nbsp;<strong>renovada a cada dois anos</strong>. A adesão é individual para cada unidade física, vinculada ao CNPJ do estabelecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a publicação, o monitoramento do programa dará prioridade ao uso de meios eletrônicos, análise automatizada de dados e integração de sistemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo previsto na portaria é&nbsp;<strong>reduzir procedimentos burocráticos e aumentar a eficiência e a rastreabilidade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quatro níveis de risco</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais novidades estão o estabelecimento de quatro classificações para as situações identificadas no monitoramento:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><mark>Risco baixo:</mark></strong> inconsistências formais;</li>



<li><strong><mark>Risco médio:</mark></strong> inconsistências recorrentes que exigem esclarecimentos;</li>



<li><strong><mark>Risco alto:</mark></strong> evidências de descumprimento com potencial dano ao dinheiro público;</li>



<li><strong><mark>Risco muito alto:</mark></strong> situações com possibilidade de fraude e que exigem denúncia aos órgãos de controle.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos classificados como de risco alto ou muito alto, poderá ser adotada como medida cautelar a s<strong>uspensão da conexão da farmácia ao programa e dos pagamentos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As farmácias também deverão manter os registros das operações por cinco anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Multas e novos valores pagos às farmácias</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A norma também prevê&nbsp;<strong>penalidades para estabelecimentos que descumprirem as regras</strong>, que podem incluir advertência, multa, bloqueio temporário de três a seis meses e cancelamento da participação no programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As&nbsp;<strong>multas variam de 2% a 20%</strong>, conforme a gravidade da irregularidade, calculadas sobre o valor da irregularidade ou sobre o faturamento anual no programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A portaria mantém que as prescrições utilizadas no programa terão validade de 180 dias. Para contraceptivos, o prazo é de 365 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a medida também estabelece uma nova tabela fixa de valores por unidade (comprimido, ampola ou unidade) que o Ministério da Saúde deve pagar às farmácias. Os valores variam de acordo com o medicamento e com o estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Por g1</em></strong></p>
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		<title>Refluxo gastroesofágico: quando a azia frequente pode ser doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 12:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Sshutterstock A sensação de que algo está “subindo” pela garganta depois do almoço, provocando leve ardor ou “queimação”, é quase sempre encarada como algo banal. Costuma-se resolver com um antiácido, um copo de água e nada mais. Porém, quando a azia começa a aparecer com frequência, quase como uma visita indesejada depois de cada refeição, o corpo pode estar tentando dar&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="587" height="400" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Refluxo.jpeg" alt="" class="wp-image-5910" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Refluxo.jpeg 587w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Refluxo-300x204.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Refluxo-370x252.jpeg 370w" sizes="(max-width: 587px) 100vw, 587px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><sub><em>Foto: Sshutterstock</em></sub></p>



<p class="wp-block-paragraph">A sensação de que algo está “subindo” pela garganta depois do almoço, provocando leve ardor ou “queimação”, é quase sempre encarada como algo banal. Costuma-se resolver com um antiácido, um copo de água e nada mais. Porém, quando a azia começa a aparecer com frequência, quase como uma visita indesejada depois de cada refeição, o corpo pode estar tentando dar um recado mais sério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chamada doença do refluxo gastroesofágico é uma condição comum e, ao mesmo tempo, subestimada. No Brasil, ela afeta entre 12% e 20% da população urbana, com impacto direto na qualidade de vida. O que começa como um desconforto ocasional pode evoluir para um quadro crônico, capaz de interferir no sono, no trabalho e até nas relações sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sintomas que aparecem duas ou mais vezes por semana já acendem um alerta para a possibilidade de doença do refluxo. Isso acontece porque o refluxo gastroesofágico é, basicamente, o retorno do conteúdo do estômago para o esôfago, um tubo que liga a faringe (garganta) ao estômago. Esse retorno deveria ser impedido por uma espécie de válvula natural, mas quando ela não funciona corretamente, o ácido gástrico entra em contato com uma mucosa que não está preparada para isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sinais mais comuns incluem sensação de queimação que pode subir do estômago até a garganta, regurgitação de alimento ou líquido ácido, dor no peito, tosse seca persistente e irritação na garganta ou rouquidão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O funcionamento inadequado da válvula entre o esôfago e o estômago é uma das principais causas do problema. Fragilidade das estruturas musculares nessa região ou a presença de hérnia de hiato (quando parte do estômago desliza para o tórax através de uma abertura no diafragma) também podem favorecer o refluxo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, alguns fatores do dia a dia aumentam a pressão dentro do abdômen ou irritam o sistema digestivo, facilitando o retorno do conteúdo gástrico. Entre eles estão obesidade, refeições volumosas antes de deitar, consumo frequente de café, chocolate e bebidas alcoólicas, alimentos ácidos ou gordurosos e tabagismo. O uso de certos medicamentos, sedentarismo e a alimentação irregular também contribuem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a azia seja o sintoma mais conhecido, o refluxo pode se manifestar de formas menos óbvias. Em alguns casos, o paciente pode nem sequer apresentar queimação. Entre as manifestações chamadas atípicas estão tosse crônica, laringite e rouquidão, crises de asma, sensação de bolo na garganta e distúrbios do sono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico da doença do refluxo começa com uma boa conversa entre médico e paciente. Os sintomas relatados muitas vezes já são suficientes para levantar a suspeita clínica, mas exames complementares ajudam a confirmar o quadro e avaliar sua gravidade. Os principais são a endoscopia digestiva alta, importante para descartar outras doenças e identificar possíveis lesões causadas pelo ácido; e a pHmetria esofágica, que avalia e quantifica a presença do refluxo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o tratamento da doença envolve uma combinação de medidas. Medicamentos que reduzem a produção de ácido são considerados a base da terapia e costumam ser bastante eficazes no controle dos sintomas. Os chamados inibidores da bomba de prótons são os mais utilizados e apresentam bons resultados tanto no alívio da queimação quanto na cicatrização de lesões no esôfago. Em casos específicos, como hérnias maiores ou falha do tratamento clínico, a cirurgia pode ser indicada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mudanças simples que fazem a diferença</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas mudanças no estilo de vida podem ter um impacto no controle do refluxo. Mesmo que nem todas tenham comprovação absoluta em estudos, a prática clínica mostra benefícios importantes. Entre as principais recomendações estão evitar deitar logo após as refeições, reduzir o tamanho das porções, identificar e reduzir alimentos que pioram os sintomas e elevar a cabeceira da cama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ignorar a azia frequente não é uma boa estratégia. Episódios repetitivos podem levar à inflamação do esôfago e, em casos mais graves, a alterações que aumentam o risco de complicações. A recomendação é procurar avaliação médica quando a queimação ocorre mais de uma vez por semana, os sintomas aparecem após quase todas as refeições, há piora ao deitar ou surgem sintomas associados como tosse ou dor no peito. Também é importante evitar a automedicação frequente. Antiácidos podem aliviar momentaneamente, mas não tratam a causa do problema e têm efeito limitado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o gastroenterologista Décio Chinzon, médico consultor da Libbs, a azia pode ser apenas um sinal passageiro ou o início de algo mais persistente. Saber diferenciar uma coisa da outra é o primeiro passo para cuidar melhor da saúde digestiva e evitar que um desconforto comum se transforme em problema crônico. “Evite a automedicação e busque avaliação médica caso os sintomas persistam. Somente após os exames é possível identificar a gravidade do quadro e iniciar a terapia mais indicada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC / Fonte Imprensa Libbs</em></strong></p>
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		<title>Dos olhos ao coração: Exame oftalmológico pode ser a porta de entrada para o diagnóstico de doenças silenciosas</title>
		<link>https://radiocaraibafm.com/dos-olhos-ao-coracao-exame-oftalmologico-pode-ser-a-porta-de-entrada-para-o-diagnostico-de-doencas-silenciosas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:25:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: Freepik Poucas partes do corpo humano permitem observar diretamente os vasos sanguíneos sem qualquer procedimento invasivo. A retina, no fundo do olho, é uma delas, e é por isso que o exame oftalmológico de rotina é uma ferramenta de rastreio não apenas para doenças oftalmológicas, mas também para hipertensão e diabetes. De acordo com a OMS, 2,2 bilhões de pessoas no&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="638" height="425" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Olhos-e-coracao.jpeg" alt="" class="wp-image-5907" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Olhos-e-coracao.jpeg 638w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Olhos-e-coracao-300x200.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Olhos-e-coracao-370x246.jpeg 370w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><sub><em>Foto: Freepik</em></sub></p>



<p class="wp-block-paragraph">Poucas partes do corpo humano permitem observar diretamente os vasos sanguíneos sem qualquer procedimento invasivo. A retina, no fundo do olho, é uma delas, e é por isso que o exame oftalmológico de rotina é uma ferramenta de rastreio não apenas para doenças oftalmológicas, mas também para hipertensão e diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a OMS, 2,2 bilhões de pessoas no mundo têm algum grau de deficiência visual, das quais ao menos 1 bilhão poderia ter sido evitado ou ainda não recebeu tratamento. A deficiência visual evitável já custa US$ 411 bilhões por ano em produtividade perdida ao redor do mundo, segundo estimativa da Comissão Lancet para Saúde Ocular Global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Dra. Carla Patrícia Silva e Prado, médica cardiologista e professora de Medicina da Faculdade São Leopoldo Mandic, esse dado costuma ser subestimado quando se olha apenas pela ótica da visão. “Quando pedimos um exame de fundo de olho, não estamos avaliando só a capacidade de enxergar. Estamos olhando para os vasos sanguíneos do paciente com uma riqueza de detalhes que nenhum outro exame não invasivo oferece”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa não é uma hipótese nova. A retinopatia hipertensiva, lesão nos vasos da retina causada pela pressão alta, é reconhecida pela medicina há décadas e tem diferentes graus de gravidade, conforme a extensão do dano aos vasos. Diretrizes médicas recomendam exame de fundo de olho anual para quem já tem hipertensão diagnosticada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo brasileiro publicado nos Arquivos Brasileiros de Oftalmologia identificou sinais da condição em 23% dos hipertensos, contra 2,64% das pessoas com pressão normal. O mesmo raciocínio vale para a retinopatia diabética, hoje parte do protocolo padrão de acompanhamento de pacientes com diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Dra. Carla, sinais de retinopatia hipertensiva ou diabética costumam aparecer no exame de vista antes de o paciente relatar qualquer sintoma. “É comum um paciente descobrir que tem pressão alta ou diabetes durante uma consulta de rotina com o oftalmologista, não com o cardiologista ou o endocrinologista. O olho muitas vezes fala primeiro”, revela a médica cardiologista que também acompanha um campo de pesquisa mais recente, batizado de oculômica, que investiga o uso de inteligência artificial em imagens de retina para prever riscos cardiovasculares mais amplos, como insuficiência cardíaca e AVC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa publicada em 2025 na Nature Reviews Cardiology, que reuniu médicos e cientistas de diferentes instituições dos Estados Unidos para avaliar o estado atual desse campo, mostra o interesse científico crescente no tema. “É uma fronteira promissora, mas ainda em fase de estudo. O que já é consenso e prática clínica estabelecida é o rastreio de hipertensão e diabetes pelo olho. A leitura mais ampla do risco cardiovascular pela retina, usando inteligência artificial, ainda está sendo validada e não é rotina no consultório”, pondera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a médica, o hábito de associar o exame de vista apenas à qualidade da visão ainda é um dos principais obstáculos para o diagnóstico precoce de outras condições. “Formamos o médico para olhar o paciente de forma integrada, não por especialidade isolada. Um exame de rotina pode e deve ser a porta de entrada para investigar a saúde como um todo, não só os olhos”, avalia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma preocupação que a professora leva também para dentro das salas de aula da Mandic. Formar médicos capazes de reconhecer esses sinais cedo é parte central da proposta pedagógica do curso. “Ensinar o aluno a enxergar o corpo inteiro através de um único exame é treinar um raciocínio clínico que vai acompanhá-lo em toda a carreira”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação prática, segundo a especialista, é simples: exame oftalmológico completo pelo menos uma vez por ano, sobretudo para quem tem histórico familiar de hipertensão ou diabetes. “Não é preciso esperar sintomas para procurar o oftalmologista. Muitas vezes, o primeiro sinal de hipertensão ou diabetes aparece no olho antes de aparecer em qualquer outro lugar”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC / Fonte Ana Victória Gomes</em></strong></p>
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		<title>Bahia registra mais de 42 mil novos casos de câncer por ano e recebe congresso internacional sobre diagnóstico da doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Foto: SBOC A Bahia deverá registrar mais de 42 mil novos casos de câncer em 2026, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Diante desse cenário, Salvador receberá alguns dos principais nomes da Patologia mundial para compartilhar os avanços mais recentes no diagnóstico de diferentes tipos de câncer, além de discutir novas classificações da Organização Mundial da Saúde (OMS), biomarcadores, Medicina&#8230;]]></description>
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<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><sub><em>Foto: SBOC</em></sub></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Bahia deverá registrar mais de 42 mil novos casos de câncer em 2026, segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Diante desse cenário, Salvador receberá alguns dos principais nomes da Patologia mundial para compartilhar os avanços mais recentes no diagnóstico de diferentes tipos de câncer, além de discutir novas classificações da Organização Mundial da Saúde (OMS), biomarcadores, Medicina de precisão, Patologia Digital, Inteligência Artificial e outras inovações voltadas ao cuidado oncológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 12 e 15 de agosto, a capital baiana sediará o 35º Congresso Brasileiro de Patologia e o 28º Congresso Brasileiro de Citopatologia, tornando-se um dos principais centros latino-americanos de discussão sobre o diagnóstico do câncer durante o período do evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Promovidos pela Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) e pela Sociedade Brasileira de Citopatologia (SBC), no Centro de Convenções de Salvador (Av. Octávio Mangabeira, nº 5.490, Boca do Rio), os congressos reunirão mais de mil participantes, entre eles 160 palestrantes nacionais e 44 internacionais, reconhecidos mundialmente, que abordarão desde os tumores mais frequentes até neoplasias raras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente da SBP, Dr. Gerônimo Jr., o Congresso reunirá profissionais capazes de oferecer uma visão abrangente das principais novidades científicas em diferentes áreas da Patologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Teremos diversos formatos para compartilhar os avanços mais recentes da especialidade, como palestras, mesas-redondas, sessões interativas, fóruns, cursos de atualização, seminários digitais de lâminas, sessões de discussão multidisciplinar de casos e atividades voltadas ao ensino, além de gincanas”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento também recebeu a submissão de mais de mil trabalhos científicos de todo o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Panorama do câncer na Bahia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil deverá registrar 781 mil novos casos de câncer por ano no triênio 2026-2028, o que reforça a necessidade de ampliar estratégias de prevenção, rastreamento, diagnóstico precoce e qualificação dos profissionais envolvidos no cuidado oncológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Bahia, a estimativa é de mais de 42 mil novos casos de câncer em 2026, sendo quase 31 mil tumores malignos, excluídos os cânceres de pele não melanoma. Os tipos mais frequentes no estado incluem os cânceres de próstata (6.540 casos), mama (4.480), colorretal, estômago, pulmão, colo do útero e cavidade oral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os diversos temas da programação, o câncer de mama terá destaque especial. O Brasil deverá registrar 78.610 novos casos anuais da doença no triênio 2026-2028. Nesse contexto, uma conferência magna será ministrada pela Dra. Laura Collins, uma das maiores autoridades internacionais em Patologia Mamária, ex-professora da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard e atualmente vinculada à Universidade Cornell, nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a vice-presidente para Assuntos Acadêmicos da SBP, Dra. Marina de Brot, a participação da Dra. Laura Collins demonstra a importância da atualização científica em um dos cânceres mais incidentes entre as mulheres brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A doutora Laura Collins é uma das principais patologistas mamárias do mundo e autora da mais recente classificação da OMS para tumores da mama. Ela fará uma revisão histórica dos fatores de risco do câncer de mama, apresentará as atualizações mais recentes e discutirá o papel do patologista na individualização do tratamento das pacientes”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação também dará destaque às tecnologias digitais aplicadas ao diagnóstico oncológico. Outra conferência será conduzida pelo patologista norte-americano Dr. Anil Parwani, que apresentará como a Patologia Digital e a Inteligência Artificial podem contribuir para tornar o diagnóstico mais ágil, ampliar o acesso à expertise especializada e apoiar a tomada de decisão médica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC / Fonte RS Health &#8211; Vinícius Lima</strong></em></p>
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		<title>A forma como você dorme pode estar piorando a dor no ombro</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 16:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="623" height="422" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Dor-no-ombro.jpeg" alt="" class="wp-image-5882" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Dor-no-ombro.jpeg 623w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Dor-no-ombro-300x203.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2026/08/Dor-no-ombro-370x251.jpeg 370w" sizes="(max-width: 623px) 100vw, 623px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph"><sub>Freepik</sub></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acordar com dor no ombro ou perceber que o incômodo parece ainda maior logo pela manhã é uma queixa comum entre pessoas que convivem com problemas na articulação. Embora muitos associem o desconforto apenas ao esforço físico ou a lesões, um hábito rotineiro pode estar contribuindo para o problema a forma de dormir. A posição adotada durante o sono, assim como o colchão e o travesseiro utilizados, pode aumentar a sobrecarga sobre o ombro e dificultar a recuperação, especialmente quando já existe alguma lesão ou inflamação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o sono, o corpo permanece na mesma posição por um longo período, o que pode aumentar a pressão sobre músculos, tendões e outras estruturas do ombro. Dormir sobre o lado dolorido, por exemplo, tende a comprimir a articulação e agravar o desconforto. Além disso, um travesseiro muito alto ou muito baixo e um colchão que não oferece suporte adequado também podem alterar o alinhamento do corpo e favorecer a sobrecarga na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC), Dr. Eduardo Malavolta, a posição adotada durante o sono pode influenciar diretamente a intensidade dos sintomas e até mesmo o tempo de recuperação em alguns casos. “Quando o paciente já apresenta dor ou alguma lesão no ombro, permanecer por várias horas em uma posição que aumenta a pressão sobre a articulação pode intensificar o desconforto e dificultar a recuperação. Por isso, observar os hábitos de sono também faz parte do cuidado com a saúde do ombro”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da posição em que a pessoa dorme, a escolha do travesseiro e do colchão também merece atenção. O travesseiro deve manter a cabeça e o pescoço alinhados com a coluna, sem deixar o ombro elevado ou inclinado, enquanto o colchão precisa oferecer sustentação adequada ao corpo. Quando esses itens não proporcionam um bom alinhamento, podem aumentar a tensão sobre a articulação e contribuir para a persistência da dor, especialmente em quem já apresenta alguma lesão ou inflamação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora alguns ajustes na rotina possam ajudar a aliviar o desconforto, a dor persistente no ombro não deve ser ignorada. “Quando o incômodo dura por vários dias, limita os movimentos, desperta a pessoa durante a noite ou vem acompanhado de perda de força, é importante procurar avaliação médica. Identificar a causa da dor e iniciar o tratamento adequado o quanto antes é fundamental para evitar a progressão do problema e preservar a qualidade de vida”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sobre a Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC)</strong> – A Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo é uma associação científica de âmbito nacional, sem fins lucrativos, constituída por médicos interessados no estudo das afecções ortopédico-traumáticas das articulações do ombro e cotovelo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 37 anos de existência, a SBCOC atua no incentivo e aperfeiçoamento e difusão dos estudos, conhecimentos, pesquisas e prática de cirurgia de ombro e cotovelo, provendo condições de atualização permanente dos médicos por meio de ensino, pesquisa e educação continuada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC / Fonte Assessoria de Imprensa da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC)</strong></em></p>
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