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	<title>Tecnologia &#8211; Radio Caraíba FM </title>
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	<title>Tecnologia &#8211; Radio Caraíba FM </title>
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		<title>Ataque no WhatsApp com foco no Brasil pode roubar senhas de usuários; veja como se proteger</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 14:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mensagem no WhatsApp induz vítima a baixar vírus — Foto: Reprodução/Trend Micro Sua conta no WhatsApp Web pode ser atacada por um novo vírus que induz vítimas a baixar arquivos que tomam o comando do computador e roubam senhas de banco. Para piorar, ele é capaz de se replicar em mensagens para seus contatos e grupos no aplicativo. Batizado de Sorvepotel, o vírus também&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="632" height="391" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/10/Ataque-Whatsapp.jpeg" alt="" class="wp-image-2953" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/10/Ataque-Whatsapp.jpeg 632w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/10/Ataque-Whatsapp-300x186.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/10/Ataque-Whatsapp-370x229.jpeg 370w" sizes="(max-width: 632px) 100vw, 632px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Mensagem no WhatsApp induz vítima a baixar vírus — Foto: Reprodução/Trend Micro</em></p>



<p>Sua conta no WhatsApp Web pode ser atacada por um novo vírus que induz vítimas a baixar arquivos que tomam o comando do computador e roubam senhas de banco. Para piorar, ele é capaz de se replicar em mensagens para seus contatos e grupos no aplicativo.</p>



<p>Batizado de Sorvepotel, o vírus também utiliza e-mails como uma segunda forma de se espalhar, de acordo com pesquisadores da empresa de cibersegurança Trend Micro que identificaram o ataque&nbsp;<strong><em>(veja ao final como se proteger)</em></strong>.</p>



<p>O nome tem uma origem curiosa: os servidores usados pelos cibercriminosos para enviar comandos de ataques estão em endereços que lembram a expressão &#8220;sorvete no pote&#8221;.</p>



<p>O Brasil é o foco deste ataque e registrou 457 das 477 vítimas identificadas até agora, de acordo com a Trend Micro.</p>



<p>Até o momento, não houve casos significativos de roubo de dados ou bloqueio de arquivos, indicando que o objetivo atual do vírus é se espalhar para mais dispositivos, afirmam os pesquisadores.</p>



<p>O WhatsApp orienta usuários a clicarem apenas em links ou arquivos de pessoas conhecidas e diz que trabalha para tornar o aplicativo mais seguro&nbsp;<strong><em>(leia a nota ao final)</em></strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o ataque</h2>



<p>Os criminosos usam o WhatsApp para disparar supostos comprovantes de pagamento ou orçamentos de empresas, por exemplo. &#8220;Baixa o [arquivo] ZIP no PC e abre&#8221;, diz uma das mensagens.</p>



<p>Um ZIP permite comprimir vários arquivos e pastas em apenas um arquivo, facilitando a transferência de conjuntos de dados. Ao optar por esse formato, os criminosos podem enviar de uma só vez para a vítima comandos maliciosos em mais de um arquivo.</p>



<p>Segundo a Trend Micro, o ataque se concentra em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>roubar credenciais ao exibir versões adulteradas de sites de bancos e corretoras de criptomoedas;</li>



<li>assumir o controle do WhatsApp Web para enviar o arquivo malicioso para todos os contatos da vítima.</li>
</ul>



<p>A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirma que o sistema bancário &#8220;possui robustas estruturas de monitoramento de seus sistemas e utiliza o que há de mais moderno em termos de tecnologia e segurança da informação&#8221;.</p>



<p>Uma das estratégias é instalar um arquivo que é executado a cada inicialização da máquina, garantindo que o vírus esteja sempre ativo.</p>



<p>Para a vítima, além de ter suas senhas roubadas, há o risco de ter a conta banida no WhatsApp. Isso porque a plataforma pode considerar o envio repetido de mensagens como spam, uma prática não recomendada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Hackers tomam controle do computador</h2>



<p>Capaz de transformar a máquina em um &#8220;zumbi&#8221;, a tática se aproveita da distração das vítimas e não envolve uma falha no WhatsApp, segundo o líder técnico da Trend Micro Brasil, Marcelo Sanches.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><strong><em>&#8220;É aberta uma porta de comunicação e, a partir disso, o sistema de ataque passa a receber instruções, podendo se atualizar ou receber comandos externos. A máquina da vítima fica sob comando do atacante&#8221;.</em></strong></p>



<p>A investigação apontou que o Sorvepotel afetou &#8220;mais organizações governamentais e de serviços públicos, mas também vitimou organizações de indústria, tecnologia, educação e construção&#8221;.</p>



<p>&#8220;Nesse momento, esse ataque é orientado a vítimas no Brasil. Tanto é que na execução do malware, ele faz algumas checagens de idiomas, localização, formato da data para validar se aquilo tem relação com um usuário brasileiro&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se proteger</h2>



<p>A Trend Micro diz que criminosos parecem ter como foco computadores corporativos, mas atacam em contas de WhatsApp Web de funcionários, que usam os dispositivos para ver mensagens pessoais.</p>



<p>Os pesquisadores orientam funcionários e empresas a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>desativar downloads automáticos no WhatsApp</li>



<li>restringir downloads em dispositivos corporativos</li>



<li>realizar treinamentos sobre riscos de baixar arquivos suspeitos;</li>



<li>desconfiar de mensagens que pedem permissões em navegadores;</li>



<li>confirmar com a pessoa por outros meios (telefone ou pessoalmente) se o envio do arquivo foi intencional.</li>
</ul>



<p><em>Leia a nota do WhatsApp:</em></p>



<p><em>&#8220;Independentemente do serviço de mensagens que você use, só clique em links ou abra arquivos de pessoas que você conhece e confia. Estamos sempre trabalhando para tornar o WhatsApp o lugar mais seguro para a comunicação privada, e é por isso que criamos camadas de proteção que oferecem mais contexto sobre com quem você está conversando ao receber uma mensagem de alguém que você não conhece – além de proteger suas conversas pessoais com a criptografia de ponta a ponta.&#8221;</em></p>



<p><em>Leia a nota da Febraban:</em></p>



<p><em>&#8220;O Cyber Lab Febraban monitora incidentes e ataques dessa natureza desde sua criação, em 2020. Nesse período, já foram mais de 149.000 eventos compartilhados com associados e parceiros através de sistemas, relatórios e reuniões de inteligência.</em></p>



<p><em>O sistema bancário possui robustas estruturas de monitoramento de seus sistemas e utiliza o que há de mais moderno em termos de tecnologia e segurança da informação, como mensageria criptografada, autenticação biométrica, tokenização, e usam tecnologias como big data, analytics e inteligência artificial em processos de prevenção de riscos. Estes processos são continuamente aprimorados, considerando os avanços tecnológicos e as mudanças no ambiente de riscos. Neste ano deverão investir quase R$ 48 bilhões em tecnologia e segurança da informação, por meio do monitoramento constante de suas respectivas infraestruturas, sendo que deste total 10% são voltados para a prevenção a fraudes segurança.&#8221;</em></p>
</blockquote>



<p><em><strong>Por Victor Hugo Silva, g1</strong></em></p>
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		<title>Brasileiro cria bateria que pode durar até 100 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 13:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagem: Divulgação/PIPE-FAPESP Com apoio do programa&#160;Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da Fapesp, um projeto brasileiro criado pelo inventor&#160;Charles Adriano Duvoisin&#160;busca desenvolver uma bateria de longo prazo — capaz de durar até cem anos, contra os 10 a 12 anos de vida útil máxima das baterias tradicionais. O pesquisador conta que foi necessário repensar todos os aspectos da bateria. “Tivemos de avaliar&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="575" height="245" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Bateria-100-anos.jpg" alt="" class="wp-image-1064" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Bateria-100-anos.jpg 575w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Bateria-100-anos-300x128.jpg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Bateria-100-anos-370x158.jpg 370w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em><sub>Imagem: Divulgação/PIPE-FAPESP</sub><br></em></p>



<p>Com apoio do programa&nbsp;<strong>Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da Fapesp</strong>, um projeto brasileiro criado pelo inventor&nbsp;<strong>Charles Adriano Duvoisin</strong>&nbsp;busca desenvolver uma bateria de longo prazo — capaz de durar até cem anos, contra os 10 a 12 anos de vida útil máxima das baterias tradicionais.</p>



<p>O pesquisador conta que foi necessário repensar todos os aspectos da bateria. “Tivemos de avaliar desde os materiais utilizados até o design do sistema de armazenamento de energia, pois a durabilidade não é apenas uma questão de eficiência, mas também de segurança e de impacto ambiental”. O pesquisador tem como sócio Fernando de Mendonça, um cientista centenário que foi um dos fundadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>



<p>Segundo o pesquisador, o&nbsp;novo componente não é apenas mais uma bateria, uma vez que ele aborda, ainda, aspectos como segurança, durabilidade e eficiência energética. Além disso, a resistência a vazamento de radiofrequência e a capacidade de operar em condições extremas são aspectos cruciais do projeto.</p>



<p>“Essas características são particularmente importantes para aplicações no setor aeroespacial, onde as baterias precisam suportar condições de temperatura extremas e ainda assim funcionar com alta confiabilidade. Com a nova tecnologia, é possível garantir a segurança e a estabilidade das baterias em ambientes de alto risco, como satélites e sistemas de comunicação espacial”.</p>



<p>No conceito convencional, a bateria funciona a partir de uma reação química que produz uma corrente elétrica. A nova tecnologia muda esse padrão, já que usa campos elétricos controlados e armadilhas de elétrons.</p>



<p>“É uma ideia brasileira inovadora que possibilita que qualquer bateria produza mais corrente elétrica com a inversão dos campos elétricos direcionados. Isso permite frear o fluxo de íons e criar um sistema de gerenciamento de segurança”. Adriano comenta que é a primeira bateria do mundo em que se tem o controle total da própria bateria. “A partir da prova teórica, a previsão é que ela tenha vida útil de cem anos”, detalha. “Precisamos considerar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Uma bateria que resista cem anos representa menos lixo, mais sustentabilidade e mais economia”.</p>



<p>O conceito permite controlar o fluxo de íons por meio de armadilhas de elétrons e pode ser aplicado a qualquer tipo de bateria: das usadas em relógios inteligentes e&nbsp;smartphones&nbsp;às destinadas à aviação e à indústria naval, por exemplo. “E ainda tem a vantagem de o controle do fluxo de íons garantir mais segurança. O conceito funciona para opções de lítio, de chumbo, de sódio ou qualquer outra”.</p>



<p>Segundo o pesquisador, o principal desafio é o custo, uma vez que o componente seria 10% a 30% mais caro do que as opções convencionais. Para Duvoisin, entretanto, é possível que os consumidores vejam essa diferença como um investimento a longo prazo. “Embora o preço inicial seja mais elevado, a durabilidade da bateria é um fator decisivo: com vida útil de cem anos, o consumidor economiza ao não precisar substituí-la com frequência. Isso representa uma economia significativa ao longo do tempo”.</p>



<p>À medida que a tecnologia for mais difundida, o custo deve cair, mas o componente deve encontrar a concorrência dos que dominam o mercado de baterias. “Eles têm mais recursos financeiros e infraestrutura já consolidada. Mesmo assim, a vantagem competitiva da tecnologia, com foco na durabilidade e na sustentabilidade, é um grande diferencial”</p>



<p>A bateria proposta por Duvoisin é mais eficiente e também busca minimizar impactos ambientais, uma exigência crescente tanto dos consumidores quanto dos reguladores. As baterias convencionais, especialmente as de íons de lítio, provocam grande impacto ambiental durante a produção e no momento do descarte. O projeto foi premiado pelo Instituto General Motors e os cientistas já têm dois artigos científicos de alto impacto publicados.</p>



<p>“Uma das nossas prioridades é garantir que a bateria seja sustentável em todas as fases de vida. Estamos desenvolvendo formas de minimizar os resíduos e garantir que os materiais usados sejam recicláveis”, conta. “Isso é fundamental não apenas para atender às exigências do mercado, mas também para contribuir com um futuro mais sustentável”.</p>



<p>O projeto começou como pesquisa acadêmica, mas Duvoisin sempre teve a intenção de tornar a tecnologia comercial. Para isso, parcerias com grandes empresas e instituições são fundamentais: o pesquisador já negocia com companhias tanto para validar o conceito como para ampliar as possibilidades de aplicação da tecnologia em diferentes setores.</p>



<p>A colaboração permite que o projeto seja validado e testado em condições reais de mercado. Em seis meses, Duvoisin espera ter novidades sobre os investidores e os próximos passos do desenvolvimento da tecnologia.</p>



<p>“Estamos em uma fase crucial do projeto e, nos próximos meses, esperamos ter mais avanços nos testes e nas parcerias. Com o apoio certo, o projeto pode alcançar sucesso global. O mundo está pronto para uma bateria mais eficiente, mais segura e mais sustentável, e estamos prontos para liderar essa mudança”.</p>



<p>Segundo o inventor, a ideia é oferecer uma solução flexível o suficiente para atender a diferentes necessidades e que, ao mesmo tempo, seja sustentável e acessível.</p>



<p><em><strong>Blog do Eloilton Cajuhy – BEC / Fonte Brasil 61</strong></em></p>
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		<title>Por que recebemos ligações mudas que desligam sozinhas – e como evitá-las</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 11:32:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Por que recebemos ligações mudas que desligam sozinhas – e como evitá-las Seu telefone toca, você atende, mas ninguém fala e a ligação cai. Essa situação, que pode ser bem incômoda, é mais comum do que parece. Mas você já parou para pensar por que isso acontece tanto? Esse tipo de chamada é conhecido como &#8220;robocall&#8221; (&#8220;chamada de robô&#8221;, em tradução livre).&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="498" height="363" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Ligacoes-mudas.jpeg" alt="" class="wp-image-1051" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Ligacoes-mudas.jpeg 498w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Ligacoes-mudas-300x219.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/Ligacoes-mudas-370x270.jpeg 370w" sizes="(max-width: 498px) 100vw, 498px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Por que recebemos ligações mudas que desligam sozinhas – e como evitá-las</em></p>



<p>Seu telefone toca, você atende, mas ninguém fala e a ligação cai. Essa situação, que pode ser bem incômoda, é mais comum do que parece. Mas você já parou para pensar por que isso acontece tanto?</p>



<p>Esse tipo de chamada é conhecido como &#8220;<strong>robocall</strong>&#8221; (&#8220;chamada de robô&#8221;, em tradução livre). São&nbsp;ligações automatizadas realizadas em grande quantidade, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/anatel/">Anatel</a>).</p>



<p>Empresas de telesserviços costumam utilizar números aleatórios para aumentar as chances de atendimento.</p>



<p>➡️ O especialista em telecomunicações da empresa Omdia, Ari Lopes, explica que nem todas as empresas adotam essa prática, mas as que realizam ligações automáticas fazem isso por&nbsp;<strong>dois motivos principais:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>⏱️Minimizar o tempo ocioso de atendentes de call centers. </strong>Por esse motivo, o discador da empresa realiza várias ligações ao mesmo tempo e, quando uma pessoa atende, as demais são descartadas.</li>



<li><strong>✅ Verificar quais telefones ainda estão ativos. </strong>Algumas empresas testam números para identificar quais são válidos e quais consumidores estão dispostos a atender, aprimorando sua lista de contatos.</li>
</ol>



<p>A Anatel esclarece que o disparo massivo de mensagens de texto e ligações não é, por si só, uma prática abusiva, pois pode ser usado de forma legítima, como no envio de alertas de emergência.</p>



<p>No entanto, o órgão enfatiza que o contato excessivo por telemarketing pode ser considerado &#8220;prática abusiva quando o volume de ligações realizadas pela empresa excede, em muito, sua capacidade humana de discagem&#8221;.</p>



<p>Além disso, a agência reforça que, a partir de 2024, as&nbsp;ligações encerradas antes de 6 segundos passaram a ser consideradas abusivas. Antes dessa atualização, eles consideravam apenas 3 segundos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>&#8220;Além de causar grande incômodo, as chamadas massivas sobrecarregam as redes de telecomunicações. Levantamentos demonstraram que as ligações de robôs com duração de até três segundos chegaram a mais de 90% das chamadas nas redes de algumas prestadoras&#8221;, afirma a Anatel.</strong></em></p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">📞 Como evitar essas ligações</h2>



<p>A maneira mais eficaz de minimizar esse tipo de contato é se cadastrar na plataforma&nbsp;<strong>&#8220;Não Me Perturbe&#8221;</strong>, da Anatel.&nbsp;O serviço é gratuito e permite bloquear chamadas de empresas específicas.</p>



<p>Segundo a agência, o prazo para efetivação do bloqueio é de até 30 dias a partir da data da solicitação.&nbsp;<strong>Veja abaixo como fazer:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Acesse <a class="" href="https://www.naomeperturbe.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">naomeperturbe.com.br</a> e crie uma conta;</li>



<li>Em seguida, toque em <strong>&#8220;Novo bloqueio&#8221;</strong> e, no topo do site, coloque o número do seu telefone com DDD;</li>



<li>Selecione as empresas de telecomunicações e financeiras das quais deseja bloquear chamadas (ou marque todas de uma vez);</li>



<li>Toque em <strong>&#8220;Enviar&#8221;</strong>. Antes de concluir, um SMS será enviado para validar sua solicitação;</li>



<li>Após a confirmação, o site emitirá um &#8220;Comprovante de Solicitações de Bloqueio&#8221;, que pode ser salvo ou impresso. O documento também será enviado para o e-mail cadastrado.</li>
</ol>



<p>A Anatel também indica a plataforma&nbsp;<strong>&#8220;Qual Empresa Me Ligou&#8221;</strong>, onde é possível identificar a empresa que realizou uma ligação indesejada para você.&nbsp;<strong>Veja como fazer:</strong></p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Acesse <a class="" href="https://qualempresameligou.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">qualempresameligou.com.br</a><strong> (não é preciso cadastro)</strong>;</li>



<li>Digite o número que ligou (com DDD), marque a caixa <strong>&#8220;Sou humano&#8221; </strong>e clique em<strong> &#8220;Consultar&#8221;</strong>;</li>



<li>Em seguida, o site exibirá o nome da empresa e o CNPJ dela.</li>
</ol>



<p><em><strong>Por Darlan Helder, g1</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Peritos brasileiros usam tecnologias que permitem identificar criminosos com mais precisão e rapidez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 11:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[Peritos brasileiros usam tecnologias que permitem identificar criminosos com mais precisão e rapidez — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução Peritos brasileiros estão obtendo acesso a tecnologias que permitem identificar criminosos com mais&#160;precisão&#160;e&#160;rapidez. Os equipamentos de última geração, importados da Turquia, funcionam como uma espécie de scanner. Têm câmera com resolução 8K, que são de alta definição, e lentes especiais, que anulam o reflexo das superfícies&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="638" height="360" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/PERITOS.jpeg" alt="" class="wp-image-839" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/PERITOS.jpeg 638w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/PERITOS-300x169.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/PERITOS-370x209.jpeg 370w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/PERITOS-270x152.jpeg 270w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Peritos brasileiros usam tecnologias que permitem identificar criminosos com mais precisão e rapidez — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução</em></p>



<p>Peritos brasileiros estão obtendo acesso a tecnologias que permitem identificar criminosos com mais&nbsp;<strong>precisão</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>rapidez</strong>.</p>



<p>Os equipamentos de última geração, importados da Turquia, funcionam como uma espécie de scanner. Têm câmera com resolução 8K, que são de alta definição, e lentes especiais, que anulam o reflexo das superfícies e captam imagens com mais detalhes. Os aparelhos também são capazes de revelar vestígios invisíveis a olho nu.</p>



<p class="has-text-align-center"><em><strong>“Eu consigo ao vivo ali, enquanto estou visualizando a imagem na tela do tablet, selecionar diferentes luzes e filtros, otimizando. Assim, vou com certeza conseguir a melhor captação de imagem, porque consigo na hora ver o que vai ficar melhor para ver as minúcias”, explica a papiloscopista Luciana Rios, da Polícia Civil do PR</strong>.</em></p>



<p>Os equipamentos substituem as maletas com pincéis e pós que eram usados para identificar, por exemplo, impressões digitais na cena do crime.</p>



<p class="has-text-align-center"><em><strong>“Qualquer movimento que a gente fizesse mais brusco com pincel ou com o próprio pó, podia arranhar essa impressão digital. Ela podia perder em detalhes. E quando estou fazendo com o equipamento novo, não vou encostar nessa impressão. Então, já estou conseguindo preservar mais minúcias, mais detalhes”, afirma Luciana Rios.</strong></em></p>



<p>Além do Paraná, Espírito Santo, Ceará e Santa Cataria já contam com o equipamento na resolução 8K. Seis estados têm o aparelho em versão inferior. Entre eles, Pernambuco, Rio de Janeiro e Pará, que assim como outros sete estados e o Distrito Federal, declararam que pretendem ou estão em processo de compra da versão mais recente.</p>


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<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="638" height="359" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/PERITOS-1.jpeg" alt="" class="wp-image-840" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/PERITOS-1.jpeg 638w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/PERITOS-1-300x169.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/PERITOS-1-370x208.jpeg 370w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/02/PERITOS-1-270x152.jpeg 270w" sizes="(max-width: 638px) 100vw, 638px" /></figure>
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<p class="has-text-align-center"><em>Peritos brasileiros usam tecnologias que permitem identificar criminosos com mais precisão e rapidez — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução</em></p>



<p>Os equipamentos são conectados à internet. Isso possibilita que as imagens feitas no local do crime sejam diretamente transmitidas para o banco de dados. Com isso, a comparação entre o material coletado e a digital que existe no sistema é muito mais rápida. Alguns suspeitos podem ser identificados em alguns minutos.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><em>“Quem esteve no local do crime é identificado. Rapidamente, então, nós conseguimos responsabilizar penalmente esses suspeitos, não dependendo mais tanto da prova testemunhal, que é mais falha. E, sim, trazendo para o inquérito uma prova técnica e uma prova irrefutável”, diz Camila Cecconello, delegada de Homicídios e Proteção à Pessoa do PR.</em></strong></p>



<p>O Instituto de Identificação do Paraná já começou a usar os aparelhos. Agentes de quatro regiões do estado passaram por treinamentos.</p>



<p class="has-text-align-center"><strong><em>“A perícia técnica é o futuro da investigação criminal, e é o que a gente acredita que vai levar o Brasil a solucionar cada vez mais crimes”, afirma Camila Cecconello.</em></strong></p>



<p><strong><em>Por Jornal Nacional</em></strong></p>
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