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	<title>Trabalho e Carreira &#8211; Radio Caraíba FM </title>
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	<lastBuildDate>Tue, 08 Jul 2025 11:50:08 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Trabalho e Carreira &#8211; Radio Caraíba FM </title>
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	<item>
		<title>CNU 2025: prazo para fazer inscrição gratuita termina nesta terça; veja quem tem direito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2025 12:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalho e Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, apresenta os detalhes do edital da 2ª edição do Concurso Nacional Unificado (CNU). — Foto: Valter Campanato/Agência Brasil O prazo para solicitar a isenção da taxa de inscrição da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) termina nesta terça-feira (8). Os interessados devem fazer o pedido até as 23h59&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="633" height="417" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/07/CNU-2025.jpeg" alt="" class="wp-image-2191" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/07/CNU-2025.jpeg 633w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/07/CNU-2025-300x198.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/07/CNU-2025-370x244.jpeg 370w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, apresenta os detalhes do edital da 2ª edição do Concurso Nacional Unificado (CNU). — Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</em></p>



<p>O prazo para solicitar a isenção da taxa de inscrição da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) termina nesta terça-feira (8).</p>



<p><strong>Os interessados devem fazer o pedido até as 23h59 (horário de Brasília)</strong>, por meio do&nbsp;<a class="" href="https://inscricao-cpnu.conhecimento.fgv.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site da Fundação Getúlio Vargas (FGV)</a>, banca organizadora do concurso.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a class="" href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-enap-n-114-de-30-de-junho-de-2025-638911305" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>➡️ CLIQUE PARA VER O EDITAL COMPLETO</strong></a></li>
</ul>



<p>Podem solicitar o benefício os candidatos que se enquadrem em pelo menos uma das seguintes situações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inscritos no Cadastro Único</strong> para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico);</li>



<li><strong>Doadores de medula óssea</strong> em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde;</li>



<li>Participantes ou ex-bolsistas do <strong>Prouni</strong>;</li>



<li>Beneficiários ou ex-beneficiários do <strong>Fies</strong>.</li>
</ul>



<p>Nos casos de Prouni, Fies e doadores de medula óssea, a situação do candidato deve estar regularizada junto aos órgãos competentes até 30 de junho de 2025.</p>



<p>A solicitação deve ser feita no momento da inscrição, diretamente no sistema da FGV. Os documentos exigidos variam de acordo com a situação do candidato.</p>



<p><strong>Veja os documentos exigidos:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Doadores de medula óssea: </strong>é necessário enviar um documento de identidade com foto e o comprovante da doação, contendo data da coleta, nome e assinatura do responsável, além da data de emissão.</li>



<li><strong>Inscritos no CadÚnico:</strong> não é necessário apresentar documentos; a FGV fará a verificação diretamente com o órgão gestor.</li>



<li><strong>Prouni e Fies:</strong> a situação será verificada automaticamente nos sistemas responsáveis.</li>
</ul>



<p>Os arquivos devem ser enviados nos formatos JPG, JPEG, PNG ou PDF, com tamanho máximo de 5 MB. Documentos enviados por e-mail, correio, presencialmente ou por outros meios não serão aceitos.</p>



<p><strong>🚨 Candidatos que fornecerem informações falsas serão eliminados do concurso em qualquer fase e poderão responder legalmente.</strong>&nbsp;As penalidades incluem desde o cancelamento da inscrição até a anulação da nomeação, caso a fraude seja descoberta após a posse.</p>



<p>O resultado preliminar dos pedidos de isenção será divulgado em&nbsp;<strong>10 de julho.</strong></p>



<p>Candidatos com pedido negado poderão apresentar recurso em até dois dias úteis após a divulgação. A lista final com os pedidos aprovados será publicada até&nbsp;<strong>18 de julho.</strong></p>



<p>Quem não se enquadrar nos critérios ou tiver o pedido indeferido poderá prosseguir com a inscrição mediante o pagamento da taxa de&nbsp;<strong>R$ 70.</strong>&nbsp;O prazo para pagamento vai até&nbsp;<strong>21 de julho.</strong></p>



<p>O pagamento pode ser feito via PIX, cartão de crédito ou Boleto GRU (exclusivamente pelo Banco do Brasil), por meio da plataforma PagTesouro. Candidatos que não efetuarem o pagamento até essa data serão automaticamente eliminados da seleção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">💼 Vagas, órgãos participantes e distribuição por cidades</h2>



<p>O CNU 2025 vai oferecer 3.652 vagas para cargos de nível médio, técnico e superior, distribuídas entre diversos órgãos públicos.</p>



<p><strong>Os cargos estão distribuídos em nove blocos temáticos</strong>, que agrupam as vagas por áreas de atuação semelhantes. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Bloco 1:</strong> Seguridade Social (Saúde, Assistência Social e Previdência Social)</li>



<li><strong>Bloco 2</strong>: Cultura e Educação</li>



<li><strong>Bloco 3: </strong>Ciências, Dados e Tecnologia</li>



<li><strong>Bloco 4:</strong> Engenharias e Arquitetura</li>



<li><strong>Bloco 5:</strong> Administração</li>



<li><strong>Bloco 6:</strong> Desenvolvimento Socioeconômico</li>



<li><strong>Bloco 7: </strong>Justiça e Defesa</li>



<li><strong>Bloco 8: </strong>Intermediário – Saúde</li>



<li><strong>Bloco 9:</strong> Intermediário – Regulação</li>
</ul>



<p>Esse formato permite que o candidato concorra a várias vagas dentro de um mesmo bloco, com apenas uma inscrição.</p>



<p>Embora a maior parte das vagas esteja concentrada em órgãos com sede em Brasília (DF), também há postos disponíveis em diversos estados do país.</p>



<h2 class="wp-block-heading">💰 Salários</h2>



<p><strong>Os salários iniciais no CNU 2025 variam de R$ 4 mil a R$ 16 mil</strong>, dependendo do cargo e do nível de escolaridade exigido.</p>



<h2 class="wp-block-heading">🖱️ Como vai funcionar a inscrição?</h2>



<p>O candidato fará uma única inscrição e poderá escolher os blocos e cargos de sua preferência. A disputa pelas vagas ocorre dentro do bloco temático selecionado.</p>



<p><strong>As inscrições começam no dia 2 de julho e vão até 20 de julho</strong>, e devem ser feitas por meio da página do candidato.</p>



<p>Os interessados devem acessar o site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso.</p>



<p><strong>A taxa de inscrição é de R$ 70.</strong>&nbsp;Candidatos doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde, inscritos no CadÚnico, além de beneficiários do PROUNI e FIES, podem solicitar isenção da taxa.</p>



<p>O prazo para solicitar a isenção da taxa de inscrição vai de 2 a 8 de julho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">🧮 Política de cotas</h2>



<p>A nova edição estabelece regras mais rigorosas para assegurar a reserva de vagas destinadas a pessoas negras, indígenas, com deficiência e a candidatos quilombolas.</p>



<p>De acordo com o governo, a iniciativa reforça o compromisso com a promoção da equidade no acesso ao serviço público federal.</p>



<p><strong>Com isso, a distribuição das cotas ficou definida da seguinte maneira:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>25%</strong> para pessoas negras;</li>



<li><strong>3%</strong> para pessoas indígenas;</li>



<li><strong>2%</strong> para pessoas quilombolas;</li>



<li><strong>5%</strong> para pessoas com deficiência (PcD).</li>
</ul>



<p>Nos casos em que o número de vagas é inferior ao mínimo exigido para aplicação das cotas,&nbsp;o MGI realizou um sorteio para definir a reserva proporcional, conforme previsto na norma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">♀️ Reserva de vagas para mulheres na 2ª fase</h2>



<p>Outro ponto de destaque é a adoção de uma ação afirmativa inédita voltada às mulheres: caso o percentual de candidatas classificadas para a segunda fase do concurso seja inferior a 50%, será feita uma equiparação para promover maior equilíbrio de gênero nessa etapa.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Não é uma reserva de vaga para mulheres, como é o caso de pessoas negras, com deficiência, indígenas e quilombolas. Mas vamos fazer uma equiparação do percentual de mulheres que passam da primeira para a segunda etapa&#8221;, diz a ministra da Gestão, Esther Dweck.</p>
</blockquote>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><em>🔎 Na primeira edição do CNU, aproximadamente 63% dos aprovados eram homens e 37% mulheres.</em></strong><em> Esse resultado foi o oposto da proporção entre os inscritos confirmados, composta por 56% de mulheres e 44% de homens.</em></li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>📝 Como serão as provas?</strong></h2>



<p><strong>A prova objetiva será aplicada em 5 de outubro de 2025.</strong>&nbsp;Ela será composta por uma parte com questões comuns a todos os candidatos (como língua portuguesa, raciocínio lógico e atualidades) e outra com perguntas específicas, conforme o bloco temático escolhido.</p>



<p><strong>A prova discursiva será aplicada em 7 de dezembro de 2025</strong>, exclusivamente para os candidatos aprovados na primeira fase. O conteúdo e o formato da redação variarão de acordo com a área de atuação.</p>



<p><strong>▶️ PROVA OBJETIVA</strong></p>



<p>A prova objetiva será de múltipla escolha,&nbsp;<strong>com cinco alternativas e apenas uma correta.</strong>&nbsp;A quantidade de questões varia conforme o nível do cargo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Nível Superior: </strong>90 questões no total, sendo 30 de conhecimentos gerais e 60 de conhecimentos específicos.</li>



<li><strong>Nível Intermediário:</strong> 68 questões, com 20 de conhecimentos gerais e 48 de conhecimentos específicos.</li>
</ul>



<p><strong>▶️ PROVA DISCURSIVA</strong></p>



<p>Na etapa discursiva, os candidatos deverão elaborar textos conforme o nível de escolaridade exigido para o cargo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Nível Superior: </strong>2 questões discursivas, com aplicação das 13h às 16h.</li>



<li><strong>Nível Intermediário: </strong>1 redação dissertativa-argumentativa, das 13h às 15h.</li>
</ul>



<p><strong>O tempo de prova também é diferente:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Nível Superior: </strong>das 13h às 18h (5 horas de duração).</li>



<li><strong>Nível Intermediário: </strong>das 13h às 16h30 (3h30 de duração).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">📆 Confira o cronograma oficial</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inscrições: </strong>de 2 a 20/7/2025 (com pagamento até 21/7)</li>



<li><strong>Solicitação de isenção da taxa de inscrição:</strong> de 2 a 8/7/2025</li>



<li><strong>Prova objetiva: </strong>5/10/2025, das 13h às 18h</li>



<li><strong>Convocação para prova discursiva: </strong>12/11/2025</li>



<li><strong>Convocação para confirmação de cotas e PcD: </strong>12/11/2025</li>



<li><strong>Envio de títulos: </strong>de 13 a 19/11/2025</li>



<li><strong>Prova discursiva (para habilitados na 1ª fase): </strong>7/12/2025</li>



<li><strong>Procedimentos de confirmação de cotas: </strong>de 8 a 17/12/2025</li>



<li><strong>Divulgação da 1ª lista de classificação: </strong>30/1/2026</li>
</ul>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://s2-g1.glbimg.com/WpfHfTYQL9Ch7FCfdPsWbEd17BE=/0x0:1265x713/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/y/O/wMGKuARpGqtCNPA0rOqA/captura-de-tela-2025-06-30-173326.png" alt="Segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU) — Foto: Ministério da Gestão e Inovação" style="width:642px;height:auto"/></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Segunda edição do Concurso Nacional Unificado (CNU) — Foto: Ministério da Gestão e Inovação</em></p>



<p><em><strong>Por Redação g1 — São Paulo</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Semana de 4 dias: as percepções dos chefes e funcionários, 1 ano após a redução da jornada</title>
		<link>https://radiocaraibafm.com/semana-de-4-dias-as-percepcoes-dos-chefes-e-funcionarios-1-ano-apos-a-reducao-da-jornada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 17:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho e Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Empresa de design de Belo Horizonte (MG) adotou semana de 4 dias — Foto: Greco/Divulgação As empresas brasileiras que participaram de um experimento sobre a semana de 4 dias de trabalho notaram um aumento de 60% no engajamento dos funcionários, um ano após o início da redução da jornada. Mais de 70% das empresas, inclusive, disseram ter aumentado o faturamento no último ano. Apesar disso,&#160;levantaram&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="633" height="438" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/04/Jornada-4x3-1.jpeg" alt="" class="wp-image-1648" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/04/Jornada-4x3-1.jpeg 633w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/04/Jornada-4x3-1-300x208.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/04/Jornada-4x3-1-370x256.jpeg 370w" sizes="(max-width: 633px) 100vw, 633px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Empresa de design de Belo Horizonte (MG) adotou semana de 4 dias — Foto: Greco/Divulgação</em></p>



<p>As empresas brasileiras que participaram de um<a class="" href="https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2023/09/01/adiar-a-segunda-feira-ou-sextar-mais-cedo-experimento-avalia-estrategias-de-empresas-para-semana-de-4-dias-no-brasil.ghtml"> </a>experimento sobre a semana de 4 dias de trabalho<a class="" href="https://g1.globo.com/trabalho-e-carreira/noticia/2023/09/01/adiar-a-segunda-feira-ou-sextar-mais-cedo-experimento-avalia-estrategias-de-empresas-para-semana-de-4-dias-no-brasil.ghtml"> </a>notaram um aumento de 60% no engajamento dos funcionários, um ano após o início da redução da jornada.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>🤝 A colaboração também cresceu 85,4%</strong>, contribuindo para uma melhora de 61,5% na execução de projetos e de 44% na capacidade das equipes de cumprirem prazos.</li>



<li><strong>🏃‍♀️‍➡️ Os funcionários</strong>, por sua vez, relataram mais energia para realizar as tarefas, redução da ansiedade e insônia, e melhora na conciliação da vida pessoal e profissional.</li>
</ul>



<p>Mais de 70% das empresas, inclusive, disseram ter aumentado o faturamento no último ano. Apesar disso,&nbsp;levantaram preocupações sobre a manutenção do modelo a longo prazo, especialmente em períodos de alta demanda ou mudanças organizacionais.&nbsp;<em>(leia mais abaixo)</em></p>



<p>Essas informações estão em um relatório divulgado nesta semana pela “4 Day Week Brazil”, uma organização sem fins lucrativos, parceira no Brasil da “4 Day Week Global”, que viabilizou o experimento no país e já fez vários testes parecidos ao redor do mundo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><strong><em>O objetivo do projeto era que as empresas reduzissem a jornada de trabalho mantendo 100% dos salários e da produtividade.</em></strong></p>



<p>Ao todo, 19 empresas concluíram o projeto no Brasil. Foram três meses de preparação, de setembro a dezembro do ano passado, até que, em janeiro, os trabalhadores começaram a atuar com a carga horária reduzida.</p>



<p>Em fevereiro, funcionários já contaram ao<strong> g1</strong> suas primeiras percepções. Já em abril, foi divulgado o resultado parcial após três meses de teste e, em julho, o relatório de seis meses, ao fim do experimento.</p>



<p><strong>Agora, veja abaixo as principais percepções dos chefes e funcionários um ano após a adoção do modelo.</strong></p>



<p>Todas as empresas participantes decidiram manter, permanentemente ou ainda como teste, a redução do expediente, mas algumas em menor escala.</p>



<p>As companhias são de cinco cidades em quatro estados (SP, RJ, MG e PR) e participaram do projeto com, no máximo, 25 colaboradores. A maioria é da área de tecnologia, comunicação e consultoria, mas um hospital também participou, com funcionários da área administrativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">De 43 para 35 horas ⌚</h2>



<p>As empresas começaram o experimento com os funcionários trabalhando aproximadamente 43 horas por semana. Após um ano de teste, o expediente foi reduzido para cerca de 35 horas semanais, apesar de a meta ser reduzi-lo para 32.</p>



<p>De acordo com o relatório,&nbsp;<strong>os resultados mostram que a redução da jornada de trabalho é um processo gradual</strong>, que exige mudanças estruturais nos processos, aprimoramento das práticas de gestão e o engajamento contínuo das equipes.</p>



<p>Alguns colaboradores destacaram a necessidade de ter uma liderança comprometida, organização eficiente e confiança no time.&nbsp;Em empresas onde essas condições não estavam alinhadas, surgiram dificuldades em manter o dia livre, destaca o relatório.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>&#8220;É importante que todos, principalmente a liderança, se organizem o suficiente para garantir um bom fluxo de trabalho e não prejudicar a folga do restante da equipe&#8221;, disse um participante.</strong></em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Adaptações na rotina de trabalho 👩‍💻</strong></h2>



<p>Para a semana de 4 dias funcionar, as equipes precisaram adotar diferentes estratégias para tornar os processos internos mais dinâmicos e agilizar a produção.</p>



<p><strong>Como resultado:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>97,2%</strong> dos participantes passaram a <strong>priorizar tarefas </strong>mais importantes;</li>



<li><strong>76%</strong> estabeleceram uma <strong>comunicação mais clara </strong>com seus supervisores, alinhando responsabilidades de maneira eficiente;</li>



<li><strong>81,5%</strong> adotaram <strong>práticas mais eficazes de desempenho</strong>;</li>



<li>e <strong>67,5%</strong> incorporaram o <strong>planejamento diário </strong>como uma estratégia essencial.</li>
</ul>



<p>O uso de tecnologia e automação também ajudou, e foi citado por 52,3% dos participantes. Quase 40% também afirmaram que houve redução do tempo dedicado a reuniões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos na saúde 💪</h2>



<p>Após a redução da jornada, houve um aumento de&nbsp;<strong>43,6%</strong>&nbsp;no número de colaboradores que praticam exercícios físicos mais de três vezes por semana.&nbsp;O relatório também destaca um crescimento do tempo médio de sono, de 6,7 para 7 horas por noite.</p>



<p>Quase&nbsp;<strong>80%</strong>&nbsp;dos participantes ainda relataram sentir-se mais alegres e de bom humor, ao mesmo tempo em que houve uma redução expressiva nos fatores que comprometiam o bem-estar.</p>



<p>O desgaste emocional no trabalho caiu 58,2%, e a exaustão pela manhã, ao pensar no trabalho, foi reduzida em 59,8%.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>Com isso, quase 43% dos funcionários disseram que precisariam de um aumento salarial de mais de 50% para considerar retornar a uma semana de trabalho de cinco dias.</strong></em></p>
</blockquote>
</blockquote>
</blockquote>



<p><strong><em>Por Júlia Nunes, g1</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Desemprego entre jovens no Brasil é mais que o dobro da taxa de grupo mais velho, aponta pesquisa</title>
		<link>https://radiocaraibafm.com/desemprego-entre-jovens-no-brasil-e-mais-que-o-dobro-da-taxa-de-grupo-mais-velho-aponta-pesquisa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rádio Caraíba]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalho e Carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[Desemprego no Brasil é maior entre jovens de 18 a 29 anos — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O desemprego entre os jovens brasileiros de 18 a 29 anos é mais que o dobro da taxa observada em um grupo mais velho, de pessoas de 30 a 59 anos, aponta um levantamento de pesquisadores do FGV Ibre. O estudo foi feito com base em dados da Pnad&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="642" height="421" src="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/04/Desemprego-jovens.jpeg" alt="" class="wp-image-1601" srcset="https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/04/Desemprego-jovens.jpeg 642w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/04/Desemprego-jovens-300x197.jpeg 300w, https://radiocaraibafm.com/wp-content/uploads/2025/04/Desemprego-jovens-370x243.jpeg 370w" sizes="(max-width: 642px) 100vw, 642px" /></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center"><em>Desemprego no Brasil é maior entre jovens de 18 a 29 anos — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</em></p>



<p>O desemprego entre os jovens brasileiros de 18 a 29 anos é <strong>mais que o dobro </strong>da taxa observada em um grupo mais velho, de pessoas de 30 a 59 anos, aponta um levantamento de pesquisadores do FGV Ibre.</p>



<p>O estudo foi feito com base em dados da Pnad Contínua, do IBGE, e mostra que, apesar de o desemprego no Brasil ter atingido o seu menor patamar em 2024, <strong>os jovens permanecem com dificuldades para conseguir uma ocupação.</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>🔎 Para o IBGE, são consideradas </em><strong><em>desocupadas</em></strong><em> as pessoas sem trabalho que</em><strong><em> estão procurando emprego</em></strong><em>. Quem não está em busca de uma ocupação por estar estudando, por exemplo, não entra no cálculo.</em></li>
</ul>



<p>Problemas como a <strong>falta de experiência profissional</strong>, a <strong>baixa qualificação</strong> e a <strong>precarização do trabalho</strong> estão entre os principais desafios enfrentados pelos jovens à procura de emprego no país, explica a autora da pesquisa, Janaína Feijó.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><strong><em>“Pelo fato de não terem experiência e a qualificação necessária, as oportunidades que geralmente aparecem para os jovens são informais, porque eles não conseguem atender os critérios das vagas formais”, diz.</em></strong></p>
</blockquote>



<p>“E isso tende a se retroalimentar. Quando o jovem vai para a informalidade, os desafios para conseguir se qualificar e voltar para o emprego formal são maiores. É a armadilha do subemprego. Quando você entra, é difícil sair&#8221;, continua.</p>



<p>De acordo com o levantamento, do total de<strong>&nbsp;jovens de 18 a 29 anos&nbsp;</strong>que estavam ocupados no último trimestre de 2024,&nbsp;<strong>38,5% trabalhavam na informalidade</strong>. No grupo dos&nbsp;<strong>adultos de 30 a 59 anos</strong>, o percentual&nbsp;<strong>cai para 35,9%</strong>.</p>



<p>Essa&nbsp;<strong>alta taxa de informalidade</strong>&nbsp;entre os jovens também reflete numa&nbsp;<strong>maior subocupação</strong>&nbsp;do grupo por insuficiência de horas trabalhadas.</p>



<p>Ou seja: mesmo quando conseguem emprego, os jovens “acabam em vagas nas quais trabalham menos horas do que gostariam, e isso bate no rendimento”, destaca o economista Paulo Peruchetti, que também é autor da pesquisa.</p>



<p>No quarto trimestre do ano passado, os trabalhadores brasileiros ganhavam cerca de R$ 3.315 por mês.&nbsp;<strong>Entre os jovens, a média era de R$ 2.297.</strong></p>



<p>Assim, a pesquisa também mostra que as ocupações que mais concentram trabalhadores jovens no Brasil são consideradas de&nbsp;<strong>pouca qualificação e baixos salários.</strong>&nbsp;<em>(veja a tabela abaixo)</em></p>



<p>A taxa de informalidade média das 20 ocupações listadas na tabela foi de 44,6%, superior à média nacional e com um rendimento médio de R$ 1.815.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os desafios da nova geração</h2>



<p>Além da necessidade de qualificação técnica, os pesquisadores do FGV Ibre destacam a<strong>&nbsp;falta de habilidades socioemocionais&nbsp;</strong>(as chamadas “soft skills”) como um obstáculo para os jovens ingressarem e permanecerem no mercado de trabalho.</p>



<p>Para a maioria das vagas, é importante que os funcionários saibam&nbsp;<strong>cumprir ordens</strong>,&nbsp;<strong>trabalhar em equipe</strong>, e&nbsp;<strong>ser resilientes e proativos</strong>, mesmo sem experiência profissional, comenta a economista Janaína Feijó.</p>



<p>Isso faz com que, muitas vezes, as empresas prefiram contratar pessoas mais velhas e experientes, acreditando que elas se adequarão melhor à vaga ofertada, ressalta a pesquisa.</p>



<p>“E também existe um fator sociocultural, de que a geração Z chega ao mercado de trabalho com expectativas que não necessariamente se enquadram no que os empregadores estão demandando”, afirma Feijó.</p>



<p>De janeiro a fevereiro deste ano, os pedidos de demissões de jovens entre 18 e 29 anos representaram quase metade do total de solicitações no país, segundo outro estudo da pesquisadora.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center"><em><strong>“Essa geração tem valores diferentes, então, às vezes, quando os empregos não são tão bem remunerados ou têm escalas mais rígidas, os jovens não conseguem ficar e saem por conta própria”, afirma.</strong></em></p>
</blockquote>



<p>“Muitos também podem se dar ao luxo de procurar outro emprego se não gostarem porque moram com os pais, não são os responsáveis financeiros pela casa”, acrescenta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Caminho é educação de olho no mercado</h2>



<p>A baixa inserção dos jovens no mercado de trabalho pode impactar o desenvolvimento econômico do país, especialmente em um contexto de envelhecimento populacional, destaca o estudo.</p>



<p>Além de<strong>&nbsp;reduzir a força produtiva&nbsp;</strong>e&nbsp;<strong>comprometer a inovação e a competitividade</strong>&nbsp;do país, com menos jovens empregados formalmente,&nbsp;há uma&nbsp;<strong>diminuição na arrecadação de impostos</strong>&nbsp;e<strong>&nbsp;contribuições previdenciárias</strong>.</p>



<p>Para o economista Paulo Peruchetti, num cenário de mercado aquecido e cada vez mais competitivo, “é essencial que os jovens se qualifiquem para ocupar vagas que paguem melhor e sejam mais formais”.</p>



<p>Janaína Feijó afirma que, atualmente, existem muitas iniciativas de capacitações e cursos profissionalizantes gratuitos.&nbsp;Mas, para funcionarem, precisam estar melhor alinhados com as demandas do mercado.</p>



<p>“Não adianta nada o governo fazer esses programas se não entender quais são as dores das empresas. É preciso fazer esse link entre o lado empregador e a oferta, que são os jovens procurando emprego. Ajudá-los a desenvolver habilidades socioemocionais, de como se comportar no trabalho.”</p>



<p><em><strong>Por Júlia Nunes, g1</strong></em></p>
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