Com gol de fúria, Espanha vence a Argentina na prorrogação e é bicampeã do mundo

Jogadores da seleção espanhola erguem a taça na final da Copa do Mundo – Foto: Angela Weiss / AFP

Jogadores da seleção espanhola erguem a taça na final da Copa do Mundo –  Angela Weiss / AFP

Um gol de fúria. De quem não aguentava mais perder chances. Quando Ferran Torres fuzilou de canhota, o mundo, finalmente, voltou aos pés da Espanha.

Poderia ter sofrido menos. Foi somente na prorrogação que a Espanha marcou 1 a 0 e venceu a Argentina, no estádio de Nova Jersey, neste domingo (19), no encerramento da Copa dos EUA, Canadá e México.

Os argentinos tiveram um expulso no fim do tempo regulamentar. O que só aumentou o domínio espanhol da partida. Foram 19 finalizações até o chutaço de Torres furar o gol de Dibu no segundo tempo da prorrogação.

A Argentina de Messi ameaçou no fim, mas não chutou a gol em 120 minutos. Termina com o quarto vice-campeonato em Copas.

Melhor da Copa

Rodri foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 2026. Campeão com a Espanha, o volante superou Lionel Messi e Mbappé e levou o troféu de Bola de Ouro da competição. Não é a primeira vez que o volante do Manchester City recebe um prêmio desta magnitude. Ele recebeu o prêmio da Bola de Ouro da revista France Football, em 2024.

Ferran Torres para comemorar o gol do título –  Reuters/Kai Pfaffenbach

Até 2030. E vai ser na Espanha…

A Copa do Mundo de 2030 marca os 100 anos do maior torneio de seleções do planeta. Envolverá três continentes (Europa, África e América do Sul) e terá três sedes princioais: Espanha, Portugal e Marrocos. Mas com jogos inaugurais de Uruguai, Argentina e Paraguai dentro de casa, como parte das festividades.

A Fifa ainda estuda o formato do torneio. É possível a manutenção das 48 seleções (foram 104 jogos), mas há avaliações para chegar a 64 equipes.

Por Blog do Eloilton Cajuhy – BEC

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